É possível o casamento entre pessoas de religiões diferentes?

Publicado: 09/09/2009 por Duarte Henrique em Devocionais
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Graça a paz galera, sempre. Tubo bem? Espero sinceramente que sim.

Esse post foi uma sugestão feita pelo Rômulo, em face de uma discussão surgida em outro post. Ele sugeriu que a abordagem fosse feita em relação ao namoro. Todavia, como esse é apenas um meio para o casamento, abordemos a questão em sua última conseqüência.

Pois bem, a questão parece complexa aparentemente, mas no fundo não é lá essas coisas. Vejamos: Se de um lado temos o famoso discurso do “jugo desigual”, do outro, temos a possibilidade de vermos bons casamentos não se concretizarem por causa de dogmas nem sempre bem explicados. Bom, inicialmente cumpre destacar que hoje, dificilmente, um jovem vá defender o que os nossos pais aprenderam, isto é, o casamento deve ser feito dentro da própria denominação. Hoje é natural vermos assembleianos se relacionarem com batistas, presbiterianos, metodistas, neopentecostais etc. Isso é muito bom.

Agora vamos avançar um pouco mais: E relacionamentos com pessoas de outros seguimentos do cristianismo? Catolicismo, Igreja ortodoxa, dentre outros? Bom, aqui também penso que seja uma questão de bom senso. O preconceito que temos em relação aos católicos é fruto de um ranço histórico em nosso país, e deve ser deixado de lado. Eu particularmente os chamo de irmãos sem nenhuma hipocrisia. “E a questão da idolatria?” perguntará alguém, ao que responderei: “Amigo, doutrinas heréticas todas as denominações evangélicas também possuem, inclusive a sua!”. Hoje somos salvos pela graça, e não por conta de nossa ortodoxia cem por cento correta. Aliás, eu tenho um colega católico, e em verdade em verdade vos digo: a mulher que se casar com aquele cara vai ser feliz de verdade. Além do mais, querendo ou não eles também são cristãos. Cristãos da igreja ortodoxa são raros de se encontrar, mas em geral eles seguem uma linha parecida com o catolicismo tradicional, com algumas diferenças eclesiásticas.

Agora o ponto nevrálgico: E com pessoas de outras religiões, é possível? Bom, deve ficar claro aqui que essa é minha opinião, ninguém é obrigado a concordar, isso é óbvio. Por isso o assunto está em discussão. Eu entendo que o casamento seja possível mesmo que a pessoa sequer seja cristã. Isso por dois motivos básicos: Primeiro: o fator determinante de um casamento não deve ser a religião, mas sim o amor. É por amor que um homem dever se unir a uma mulher e vice-versa. Qualquer outro fator que não seja esse deve ser secundário. O amor supera tudo, até mesmo uma diferença religiosa. É o amor que fará a diferença na hora de educar os filhos diante da diversidade religiosa do casal. É o amor que fará com que os cônjuges aceitem a as diferenças doutrinárias entre eles etc. E talvez seja o amor o fator decisivo que haverá de conquistar o outro cônjuge para verdade. Nesse ponto lhes afirmo que o cristianismo bíblico não perde para nenhuma outra religião. Todavia, isso pode não acontecer e o casal tenha que se despedir na hora da morte dizendo um para o outro: Te espero no céu…, ao que o outro responderá sorrindo: e eu te espero no paraíso, ou na outra reencarnação…

O Segundo motivo é bem simples: Por mais que a maioria das igrejas evangélicas não aceite amigos, a salvação é uma escolha de Deus, e não humana! Pode ser que alguém se case com uma pessoa da mesma denominação e elas não se encontrem na eternidade. Da mesma forma, pode ser que pessoas de religiões diferentes se casem e se encontrem no céu, seja porque Deus assim o quer, seja porque, pelo amor, uma conseguiu a conversão da outra, enfim. Deus sabe de todas as coisas.

Bom galera, essa é minha opinião. Eu não teria nenhum problema em namorar e me casar com uma católica, budista, islâmica etc. Se a amasse, me entregaria de corpo e alma. Afinal, o amor é o fim de todas as coisas. Por circunstância do destino a Cris é cristã, inclusive, da nossa comunidade local. Mas se ao invés de Cristiane ela se chamasse Maia, Asalah ou Ashira, amém, o importante é o amor.

Abraços Galera!

comentários
  1. Rômulo de Barros disse:

    Vamos à forra!

    Estupendo! Magnífico! Incrível! Show, Duarte, o seu texto – de fio a pavio.

    Entretanto, antes de comentar, permito-me apenas colocar aqui o texto onde fiz a sugestão:

    ………………………….

    No post da “Profecia para Casamentos” saiu uma polêmica interessante acerca do casamento com pessoas que não professam o mesmo credo. Teve uma pessoa que se demonstrou favorável e outra que acredita ser abominável (tal prática).

    Pois bem. Estive lendo um livro do pai do Protestantismo, o MARTINHO LUTERO, e achei um texto interessante sobre o tema, a fim de podermos criar mais uma “boa e salutar” polêmica. Vou transcrevê-lo aqui e, se vcs acharem por bem, criem um post. Veja-se, portanto:

    “(…) Eu também não admitiria o impedimento que denominam de disparidade de religião, segundo o qual não se permite casar com uma mulher não batizada, seja pura e simplesmente ou sob a promessa de que seja convertida à fé. Quem o proibiu? Deus ou o homem? Quem deu aos homens poder para proibir casar dessa maneira? Somente os ‘espíritos’ que falam mentira em hipocrisia, como diz Paulo. Deles deve-se afirmar: ‘Os iníquos contaram-me fábulas, mas não falam com a tua lei.’ (Sl 119, 85) Patrício, o gentio, casou com Mônica, uma cristã, mãe de Santo Agostinho. Por que hoje não se permite o mesmo? Há o mesmo rigor insensato e inclusive ímpio no ‘impedimento de crime’ (…) Peço que me digam: de onde provém tamanho rigor de homens contra homens, jamais exigido por Deus?” (LUTERO, Martinho. Do Cativeiro Babilônico da Igreja. Traduzido por Martin N. Dreher. ed. Martin Claret. São Paulo: 2007. p. 95).

    Vê-se que LUTERO defendia (ou, pelo menos, não proibia) o casamento de um cristão com um não-cristão (ou gentio, como diz). Nem comenta sobre o mais forte argumento atual: jugo desigual, comunhão entre luz e trevas etc.

    …………………………….

    Está aí, portanto.

  2. Rocha-Reforma disse:

    Duarte , li seu texto , e confesso! estou perplexo com suas asseverações, tendo em vista que o irmão não usou nenhum texto das escrituras. Diante de um tema tão importante tendo em vista que vivemos num mundo tão subjetivista e relativista. Esta questão de jugo desigual não é uma questão de dogma mas biblica pois Paulo exorta o irmãos de Coríntios a não se por sobre o mesmo jugo dos incredulos ou seja jugo desigual. Os nosso padrões confessionais: Confissão de westiminster e confissão Batista de 1689 defendem peremptoriamente que os crentes não devem casar com incredulos e nem com defenda heresias condenaveis. Pois bem , crer que devemos usar imagens para a adoração publica não constitui-se heresia condenavel , dizer que somos salvos pela justiça infundida ao invés da justiça imputada como diz a Biblia tembém não constiui heresia condenavél. Ainda mais não sou defensor da religião templaria , no sentido de dizer que a salvação esta na denominação pois a Biblia diz que a igrejas que desviam tanto da verdade que passam a chamar-se de sinagoga de Satanás. Embora muitas denominações tenham o nome biblico mas o que se ensina dentro delas não passam de doutrinas de demonios. Não se esqueça que Paulo quando escreve a Timóteo , em sua primeira carta capitulo 4 , ele diz: “que nos ultimos dias muitos apostatarão da fé seguindo endino de demônios”. Muitos tembém não suportariam a sã doutrina mas tendo coceiras nos ouvidos , constituirão mestres segundo suas próprias consciências. Em ultima analise somos salvos sim pela graça mas a salvação é salvação para um fim e o fim é sermos santos e sem mancha. Ef1:4. O amor sem verdade é paixão fulgaz. 1Jo 5:1-3. Amém.

  3. lima disse:

    Se a salvação pertence ao Senhor como está escrita em Jn.2.9 e você atesta, então porque também não consulta ao Senhor para ver se Ele aprova tal união? A sua resposta está nas Escrituras.

    A quantidade de divórcio hoje no meio evangelico é caso de vergonha! Tudo fruto do “amor” fugaz. Você perdoaria uma traição velada por Amor a Cristo como está em Ef. 5.25.

    Os romanista, umbandistas, espiritas e tantos outros também se dizem “cristãos” e como a Bíblia os trata?

    Caro Duarte o tema não é polêmico, o que esta faltando é um pouquinho de Bíblia.

    Quanto a Lutero ser o pai do protestantismo, mas uma vez há um equivoco. Quantas das suas 95 teses são aproveitaveis? Assim como ele que saiu do romanismo, mais o romanismo não saiu dele, assim são alguns evangelicos de hoje.

    • Rômulo de Barros disse:

      Então quem é o pai do “protestantismo”? Que eu saiba a história aponta-o juntamente com Calvino e Henrique VIII.

  4. Estevam disse:

    Amados irmãos.

    Sinto mas não concordo totalmente com o meu amigo Duarte.

    Paulo não diz no texto de II Coríntios 6:14 que os crentes não podem se associar aos “incrédulos”. Na verdade até aconteceu que alguns crentes da igreja de Corinto compreenderam essas instruções dessa forma, conforme se vê em I Coríntios 5:10 e Paulo os avisara a não manterem companhia com os ‘fornicários’ ou pessoas imorais. Porém certamente ele não indicava os incrédulos, por que se assim fosse seria virtualmente necessário aos crentes saírem do próprio mundo, porque quase todos os habitantes desse mundo se fazem culpados de algum pecado moral.

    Como dito a associação entre crentes e incrédulos em muitas ocasiões não é proibida, no entanto, algumas relações íntimas são condenadas, entre as quais o matrimônio.

    Essa associação é por demais íntima, pois exige intensa cooperação e comunhão da parte de ambos os cônjuges, principalmente do ponto de vista espiritual.

    Creio que essa separação é necessária. No meu ponto de vista, que claramente é diferente do Duarte, a própria salvação é impossível para o indivíduo que se recusa a ser inimigo de forças estranhas, que guerreiam contra a alma (I Pedro 2:11).

    Citando R.N. Champlin: “Com quem devo me deixar acompanhar? Com quem me identificarei? Cumpre-nos aplicar essa regra simples: ‘que espécie de companhia ou circunstância tende a levar-me a calar no que concerne à minha lealdade a Cristo?’ Essa é a espécie de companhia que me convém evitar, excetuando o propósito de elevar, de evangelizar e de transformar.”

    Paulo queria que soubéssemos que existem inimigos que pretendem nos destruir. Ele deixou regras tendentes à separação, a intenção não era entravar, mas sim nos ajudar a cumprir nossas missões. “Aquele que poluir-se com muitos males e com associações erradas, não conseguirá realizar grande coisa na promoção da nossa santa causa.”

    Não que seja pecado se casar com alguém de outra religião ou credo, todavia creio que esse não seja o plano de Deus para nossas vidas. Um relacionamento assim atrasa em muito o bom andamento da obra do Senhor. Com alguém que compartilha dos mesmos ideais já não é fácil, imagina então com alguém que não compreende a nossa missão, nosso ministério.

    Então no meu ponto de vista um cristão que tenha no coração o desejo de servir a Deus, de levar o evangelho e realizar da melhor forma o propósito de Deus na sua vida não deve se juntar em matrimônio a alguém que mantém fé diferente.

    É isso, abraço.

    • Rômulo de Barros disse:

      Meu irmão ESTEVAM, beleza?

      Concordo contigo em muito, mas vai uma perguntinha: dentro do seu pensamento, qual a atitude de uma pessoa que se torna cristã, mas o cônjuge não?

      Abs.

  5. Rômulo de Barros disse:

    Agora vou demonstrar minha opinião – ou não…

    Primeiramente, queria advertir as pessoas para desarmarem seus espíritos e travarem uma discussão sadia e construtiva. Tipos de frases como “faltando um pouquinho de bíblia” são agressivas e aqui só há boas intenções. Vamos respeitar a opinião do próximo, como fez o ESTEVAM que discordou de maneira totalmente pacífica. Como farei a partir.

    Meu colega DUARTE, como disse antes, gostei muito do que vc escreveu, achei até cômico a parte da despedida e tal. Mas, como o ESTEVAM, discordo um pouco. Só que não quero aqui expor meu pensamento não, farei melhor: perguntarei a vc!

    1.ª) Referente à passagem de GÊNESIS 6:1-8, vc ñ acha que a mistura dos que temem a DEUS com os que não O temem é desagradável a JEOVÁ? Sem entrar nas questões polêmicas do próprio texto, do tipo: eram anjos ou homens? blá blá blá etc etc etc.

    2.ª) Em DEUTERONÔMIO 7:2-4 DEUS recomendou expressamente que, quando explulsasse as nações de Canaã, os israelitas não se casassem com pessoas de lá. Isso não seria fundamento para se levar a uma regra de proibição hoje?

    3.ª) No começo do Livro de JUÍZES vê-se que as tribos de ISRAEL iam conquistando território, mas deixavam seus habitantes lá, de forma contrária do que dispôs Deus na aliança (conforme se mostra na 2ª pergunta). Até chegar ao ponto que o SENHOR manda um ANJO a fim de repreendê-los (Jz 2:1-3). Tira-se disso que DEUS não queria a mistura íntima com ímpios, será que não se aplicaria ao matrimônio?

    Um abraço a todos.

  6. Duarte Henrique disse:

    Graça e paz fraternidade. Tudo bem? Vejo que sim.

    Desde já gostaria de fazer uma retificação: a expressão correta é “jugo desigual”, e não “julgo desigual”, como escrevi na primeira vez. Bem, tentarei agora, brevemente, responder e ponderar sobre algumas coisas que foram levantadas até aqui nas respostas. Vejamos:

    Irmão Rocha-Reforma, você diz que eu não citei a bíblia em minha defesa. Concordo que o fiz tacitamente pressupondo que em alguns pontos do texto deixariam claro o texto bíblico. Infelizmente não foi o caso. Mas tudo bem. Bom, quando Paulo diz em 2 Co 6:17 que não deveríamos nos por em jugo desigual, ele se refere a comunhão para fins ilícitos, quer dizer, nós praticarmos as mesmas coisas erradas que ele praticam. Basta lembrar que o próprio Jesus vivia no meio dos incrédulos e “pessoas de má fama”, como diz a NTLH (Mt 9:10-12). Uma coisa é nos unirmos aos “pecadores” (nós também somos) para pecarmos com eles, outra bem diferente é nos juntarmos a eles para sermos luz do mundo e sal da terra, como era o caso de Jesus. O casamento definitivamente não é um fim ilícito (como muitos na igreja de Corinto pensavam I Co 7) Hb 13:4. Aliás, em sua carta aos Coríntios Paulo diz que o marido cristão santifica a esposa que não o é e vice-versa I Co 7:14. Depois você cita a confissão de fé de Westminster e a Confissão Batista para embasar sua tese. Todavia, não se esqueça que esses textos também não são a bíblia e sua autoridade é totalmente relativa. Além do mais, você parece não concordar muito com a doutrina da eleição pelo que vi, isto é, Deus nos escolhe para a salvação. Isso é uma grande ironia, pois a confissão de fé de Westminster é totalmente calvinista! Ou seja, defende abertamente a doutrina da eleição (Cap. 3, item III.2). Por fim, você fala que o amor sem verdade é paixão fugaz, não tenho nem dúvida disso. Mas isso é uma questão pessoal, quem sou eu para ficar julgando os sentimentos dos outros? No que diz respeito à religião “templária”, me desculpe, mas o irmão está ressuscitando a velha doutrina da igreja católica “Extra ecclesiam nulla salus”. Você reclama que a idolatria é uma doutrina imperdoável do catolicismo, mas também está defendendo uma que vai totalmente contra o que os reformadores defendiam.

    Estimado irmão Lima, o texto que você citou para falar acerca da salvação, de fato já espelhava a graça, mas está no velho testamento, quando a salvação vinha pelas obras, o que dependia da participação humana. Agora estamos plenamente no período da Graça, Novo Testamento. Em seguida você fala do aumento de divórcios no meio evangélico. Ora, os evangélicos são cristãos, e do mesmo ramo, então porque o aumento no número de divórcios? Isso que você colocou apenas mostra que casamentos entre pessoas da mesma religião nem sempre dão certo. Esse argumento está contra o que o irmão esta defendendo. A forma que Deus vai tratar o católico, o umbandista, o espírita, o evangélico ou quem quer que seja é uma coisa que compete a Ele. Realmente penso que esteja faltando mais leitura bíblica a todos nós, principalmente a do Novo Testamento, onde assuntos tais como amor (I Co 13), graça (Efésios e Romanos) e menos tradição religiosa (Matheus, Atos dos Apóstolos e Gálatas) são bem tratados. Quanto a Lutero, era um grande homem de Deus. Nossas igrejas deveriam conhecê-lo melhor, pois se hoje podemos dizer que somos cristãos sem pertencer à igreja católica e não sermos perseguido por isso, devemos muito a ele, que foi um dos instrumentos de Deus para tanto.

    O Tete, meu grande amigo. Tete você disse bem, o que Paulo condena em II Co 6:17 é a associação para fins ilícitos, seja com “cristãos” da igreja, seja com os gentios. Como disse na resposta ao irmão R-R, o casamento não é um fim ilícito, é, pelo contrário, talvez um dos fins mais lícitos que o espírito humano possa alcançar. A união produzida pelo casamento é metafísica, está muito além de doutrinas religiosas construídas pela materialidade humana. Onde existe o amor verdadeiro, haverá de existir tudo o que Paulo descreve em I Co 13, o que dispensa comentários. O casamento é reencontro de espíritos que estavam perdidos, e não um contrato civil ou um dever religioso. O amor fará com que pessoas de visões religiosas diferentes convivam bem, se aceitem mutuamente e sejam felizes. Não estou dizendo que todos devemos procurar nos casarmos com pessoas de outras religiões. Só estou dizendo que se algum dia isso for necessário, não devemos deixar que as tradições sejam maior do que o amor (Mt 12:9-14). Insisto, o fim de todas as coisas é o amor, mas isso é outra história…

    Por fim, o grande Rômulo. Bom Rômulo, acredito que a razão pela qual naquele período as ordens de Deus foram dadas daquela maneira é o fato de que, necessariamente, haveria de existir um povo por meio do qual o Messias pode-se vir ao mundo. Esse povo não poderia se afastar de Deus, em hipótese alguma. Esse povo na verdade foi escolhido desde a geração de Sete (Lc. 3:23-38), um dos filhos de Adão, e culminou em Cristo. Assim, a grande preocupação de Deus quando o povo em Gênesis começou a se desviar, bem como quando o povo de Israel invadiu Canaã era com a tendência politeísta do povo. Deus sabia que se o povo não exterminasse tudo, crianças, mulheres, animais etc. poderiam, de alguma forma, se corromper com a religião pagã daqueles povos. Mas isso aconteceu porque Israel não tinha nenhuma experiência com Deus, eles conheciam o Deus de Abraão, Isaque e Jacó. De fato, quantas vezes lemos que o povo se afastava de Deus pelos motivos mais banais! Nós hoje não estamos na mesma situação. Eu conheço o Deus do Duarte, e você deve conhecer o Deus do Rômulo e assim por diante. O Cristão é alguém que deve ter plena convicção do seu chamado, aliás, esse chamado é irrevogável (os calvinistas me entendem). Além do mais, se você prestar atenção, na linhagem do próprio Jesus existe uma mulher pagã! Qual seja, Rute! Rute era moabita, e não judia. Quanto ao que você perguntou ao Tete, se me permite, creio que a resposta esteja em I Co 7:12-16.

    Abraços galera, estamos aí, Deus nos abençoe!

    • Rômulo de Barros disse:

      Fala meu nobre DUARTE,

      Desculpe-me, mas dizer que o povo de Israel não tinha expriência com DEUS, eu não concordo. Tantos milagres, tantos feitos: coluna de fogo, nuvem, pragas, livramentos etc., e nenhuma experiência? No fundo acho que eles são como nós, que esfriamos o amor por Deus tantas vezes e por tantas banalidades também.

      Penso que DEUS recomendou a separação justamente por isso, para a não contaminação. O envolvimento do cristão com o profano deve ter por intento o testemunho, o contágio da verdade. Para casamento eu vejo com dificuldade esse objetivo. Imagino que minha esposa – se do candomblé – acharia um saco quando eu chegasse em casa e fosse reclamar de probleminhas eclesiásticos, rs, não dá! Já pensou se ela me chamasse para a sessão de seiléoquê na encruzilhada? Deus me livre!

      Quanto à pergunta que fiz ao ESTEVAM, foi justamente por conta desse texto. Queria saber a opinião dele pelo que havia escrito, mas vc estragou, heheh.

      Valeu!

  7. Rocha-Reforma disse:

    Irmão Duarte com todo respeito a sua pessoa. Vejo que vc não entendeu ainda a questão dos dois Testamentos. A natureza do casamento ; o que Paulo está dizendo em 1Co 7:14. Percebo que não obstante vc fazer referência a doutrina da eleição se não estiver enganado , vc parece defender a posição dispensacionalista , quando diz que no Velho Testamento a salvação envolvia esforço humano. Peço por gentileza , que analise novamente os textos lidos e estude com cuidado a doutrina da soteriologia reformada, o sola escriptura, a unidade das escrituras, o que é jugo desigual com os incredulos proposto por Paulo em Coríntios. Um abraço

  8. lima disse:

    Boas intenções tinha Davi quando mandou fazer um carro novo para levar a arca do Senhor Deus não aceitou,pois não foi assim que Ele prescreveu, uzá quando tentou segurar a arca para que a mesma não viesse a cair, no entanto Deus o fulminou, pois o mesmo era conhecedor de como deveria proceder com a mesma (1Cr.13.7-10). Rômulo um pouquinho de Bíblia de maneira nenhuma chega a ser ofensiva, pelo contrário, você mesmo usou textos biblicos que lhe amparam nos seu comentário e é assim que Deus exige do seu povo que atente para a sua Palavra. Qualquer discussão têm que partir de bases biblicas, pois a Bíblia é que aqueda o nosso coração pecaminoso (Jr.17.9)

    • Rômulo de Barros disse:

      Para mim não existiu boa intenção em Uzá coisa nenhuma. A lei pedia Levitas consagrados e ele, filho de sacerdote, não sabia? Da bíblia a gente não pode querer um pouquinho, tem querer é muito. A agressividade que eu acusei não é do teor, mas do contexto como foi escrito. Mas, tranquilo meu irmão! Tudo na paz e no amor!

      Um grande abraço!

  9. lima disse:

    Duarte vejo o você é antinominiano, pois nenhum crente do passado foi justificado por obras e sim pela fé (sola gratia). No capitulo 12 de Gêneses vemos abraão que se repete no NT em Hb. 11.4-13. Abel, Enoque, Noé, Abraão, Isaac, Jacó e a própria Sara foi justificado pela graça soberana. Quanto o casamento de maneira nenhuma bode pode dá certo com ovelha, pois isso é contra a lei natural. O próprio Deus faz esta separação. Quanto a Lutero foi um grande homem de Deus não resta duvidas, mas era homem, falho como qualquer outro e teve seus erros que a Escritura reprova isto é fato.

  10. Fabrício disse:

    é cada um defende o que acredita e pronto. ” Nisto todos conhecerão que sois meus dicípulos: se vos amardes uns aos outros ” a simplicidade do evangelho é que o falta pra nós hoje (me incluo)..

  11. Raphael Lima disse:

    Olá meus amigos!!!
    Depois de ler esse magníficos textos, inclusive o texto do Duarte, gostaria de deixar aqui a minha humilde opinião:
    Eu concordo com o Duarte, mas gostaria de acrescentar que quando a bíblia fala em julgo desigual não me parece uma ordem(um mandamento) e sim um simples conselho, prova disso e que no mesmo texto ele aconselha os que estão em uma situação de julgo desigual:
    1 CO 7,12: se algum marido tem mulher descrente, e ela consente em habitar com ele, não a deixe…
    baseado nisso eu acho que é sim permitido por Deus o casamento entre pessoas de religiões diversas, mas por aspecto carnal e não espiritual, eu penso que este casal poderá ter problemas, pois a religião e a crença são de estrema importãncia em um relacionamento, por isso penso que ao escolhermos um companheiro(companheira) devemos levar em consideração este aspecto, e se possivel, acredito eu que as chances de sermos felizes no relacionamento serão maiores.
    bem essa eh a minha opinião

    Aquele abraço a todos

  12. Rocha-Reforma disse:

    Irmão Thiago, veja bem. Paulo não está aprovando que os cristãos se casem com pessoas de outras religiões e nem muito menos incentivando tal atitude. Se Paulo estivesse fazendo isso , o apostolo estaria entrando em contradição , pois veja o que ele diz no verso 31 do mesmo cap. 7 : “A mulher está ligada ao marido enquanto vive; mas se o marido falecer , está livre para casar com quem quiser , mas que seja no Senhor. Veja bem , Paulo nesse cap. 7 , está se propondo a responder as perguntas enviadas pelos irmãos daquela igreja. A nossa dificuldade parte do pressuposto de que , não temos as perguntas mas somente a resposta. Para que não seje mão interpretado veja o que Paulo diz no v1a. “Ora , quanto as coisas que me escrevestes” . Podemos inferir que a pergunta dos irmãos no v12 estaria relacionada a alguma questão que uma irmã ou irmão ,que após a conrversão teria que abandonar seu conjuge , tendo em vista que o mesmo não havia se convertido. Paulo irá responder , se o conjuge consentir em viver com vc , fique casado mas se o tal não aceitar mais viver com uma pessoa que professe a fé cristã , deixe o tal ir embora sendo que o Senhor não nos chamou a escravidão e sim a liberdade. Paulo ainda fará duas perguntas retoricas no versiculo 16. Irmãos , é sempre bom analisarmos o contexto de cada passagem lida , para que não incoramos no erro de interpretarmos o texto fora do contexto. A palavra de Deus não é de dupla interpretação e nem muito menos de inpretação particular.

  13. Karol disse:

    Oi galera…
    mas uma polêmica aqui hein!!! kkk

    Bem MINHA OPINIÃO, sinceramente não concordo que um casamento daria certo.

    Alguém pode me falar que nem sempre é assim, e eu concordo não gosto de generalizar nada. Mas acontece e muito, já é difícil nos nossos dias ter um relacionamento com pessoas cristãs, imagine com uma pessoa que tem outros princípios!?!?

    Outro caso diferente é depois de casado quando uma das partes se converte, aí é totalmente diferente.

    Bem espero ter sido clara, não afirmo que dará errado, mas as chances são poucas e é mais difícil manter uma relação.

    Abraços!!

  14. Thiago Neiva Fonseca disse:

    Paz e Graça!

    Entre opiniões e opiniões as Escrituras sempre irão prevalecer, pelo menos nos corações daqueles que realmente ama a verdade e a busca com sinceridade.

    Em Efésios 5.22-32 diz:
    22 Vós, mulheres, submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor;
    23 porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o Salvador do corpo.
    24 Mas, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres o sejam em tudo a seus maridos.
    25 Vós, maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela,
    26 a fim de a santificar, tendo-a purificado com a lavagem da água, pela palavra,
    27 para apresentá-la a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem qualquer coisa semelhante, mas santa e irrepreensível.
    28 Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo.
    29 Pois nunca ninguém aborreceu a sua própria carne, antes a nutre e preza, como também Cristo à igreja;
    30 porque somos membros do seu corpo.
    31 Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e se unirá à sua mulher, e serão os dois uma só carne.
    32 Grande é este mistério, mas eu falo em referência a Cristo e à igreja.

    Diante do texto bíblico pergunto aos tendenciosos: Pode uma mulher que não tem a fé em Cristo estar sujeita ao marido como a Igreja a Cristo?

    Pode um marido que não professa que não foi agraciado com o dom da fé em Cristo Jesus, amar a esposa assim como Cristo amou a Igreja?

    No casamento homem e mulher representam Cristo e a Igreja! Como representar a Cristo e a Igreja não tendo o Espírito de Cristo!

    E outra, quem foi que disse que jugo desigual acontece somente quando nos envolvemos com não crentes? O que tem de irmão que andava na luz e se envolveu com crente que andava em trevas e foi arruinado não é brincadeira! A Igreja precisa de Cura, precisa de Cristo, Ele é sificiente!

    É tempo de pensar bíblicamente!

    Paz seja com todos!

    Thiago Neiva Fonseca

  15. Thiago Neiva Fonseca disse:

    Raphael Lima…

    Ainda bem que você é sincero em dizer que é sua opinião, pois o que disse nada tem a ver com o texto das Escrituras em que citou, errou de maneira grotesca tentando justificar o seu achismo!

    O texto se refere ao casal, quando o homem ou a mulher se converte e o outro continua na incredulidade, neste caso, se o incrédulo consente em habitar com ele, que não se separem, mas se o incrédulo não aceita tua crença e se aparta, ai sim você poderá se apartar! É um caso onde pessoas descrentes se casam e apos o casamento um deles conhece a Cristo.

    Vamos parar de pegar texto isolado para tentar justificar pensamento tendencioso!

    Paz e Graça seja contigo!

    Thiago Neiva Fonseca

  16. lima disse:

    Thiago as suas intervenções não tenha duvidas tem agradado ao Soberano, mesmo que para isso desagrade a homens. Continue assim com a Verdade (Jo.17.17), que Deus lhe honrará sobremaneira, não na parte material como muitos propõe, mais espiritualmente, pois vejo que você prima pela Palavra genuína, pois nosso Deus ama aqueles que cumprem os seus mandamentos (Jo.14.15,21; 1Jo.2.5,6). Se você ainda não leu, leia “Santidade” J.C Ryle Ed.Fiel. Que o nosso Deus continue te abençoando.

  17. Thiago Neiva Fonseca disse:

    Lima…

    Obrigado meu irmão! Vou colocar este livro na lista!

    Jesus Cristo é o Senhor!

    Sola Scriptura!

  18. Duarte Henrique disse:

    Graça e paz galera, tudo bem? Desejo sinceramente que sim.

    Fico feliz em ver que o tópico gerou boas discussões, isso é muito bom. Mostra que, aos poucos, concebemos a verdade como algo a ser buscado por cada um de nós, e não algo imposto por uma autoridade “espiritual superior”, que não seja nossa consciência (guiada pelo Espírito Santo) e a bíblia. Quanto ao tema e seus desdobramentos nos comentários, continuo defendendo o que já coloquei. Não que eu seja alguém irredutível, mas é que já pensei bastante sobre o tema, não é algo que “surgiu agora”. Eu jamais perderia um amor verdadeiro por causa de religião. Tenho plena convicção de minha salvação e sei que nada, nada, pode tirá-la de mim. É algo que foi dado por Deus. Se nem todos tem essa certeza, não os culpo, isso é fruto do pensamento arminiano, dominante na teologia evangélica brasileira e que, em minha opinião, é um grande equívoco teológico, mas tudo bem isso é um problema histórico (não fomos evangelizados por protestantes, mas por pentecostais). Agora, afirmar que uma pessoa, pelo simples fato de não ser cristã, não possa amar é um grande equívoco. A diferença é que nós cristãos sabemos a origem desse sentimento chamado amor (Deus), ao passo que as pessoas de outras religiões vivem o verdadeiro amor, mas não sabem sua origem, ou sequer porque tem esse sentimento. Quanto à questão da submissão feminina, grande Thiago Neiva, isso não é questão de cristianismo, é algo imposto pela própria natureza. Uma mulher inteligente sabe muito bem que algo como o “feminismo” ou o “realismo” são coisas totalmente nocivas a elas mesmas. Aliás, o ambiente evangélico é um lugar onde as piores distorções disso tem acontecido ultimamente, mas isso é outro assunto. Além do mais amigos, dificilmente nos apaixonaríamos por pessoas de outras religiões, principalmente num ambiente radical como é o evangélico. O que coloquei foi uma excepcionalidade, e não algo corriqueiro, comum, trivial. Só digo que o amor verdadeiro é capaz de coisas que estão bem além de nossa capacidade cognitiva. Se tem uma coisa que aprendi ao longo de minha curta vida é que quanto mais você buscar ser o dono da verdade, mais você se afastará dela. Outrossim, quanto mais você estudá-la e buscar conhecê-la humildemente, mais tolerante você se tornará na hora de aceitar os erros e radicalismos dos outros. “Só sei que nada sei…” e que Deus é quem, de fato, sabe todas as coisas. O melhor que eu faço e tentar… Bem, isso é o que penso, mas respeito quem discorda.

    Abraços galera.

    Duarte Henrique

  19. Rômulo de Barros disse:

    Também posso dizer que o debate foi enriquecedor. Afora a paixão com que alguns se expressam e enfrentam a dialética, creio haver um bom crescimento de todos.

    Particularmente, acho muito importante reflexões assim, para que saiamos da ingênua infância e mergulhemos nas profundezas do conhecimento. É o tempo dos inconformados, dos que não aceitam água até os joelhos, dos que preferem enfrentar as ondas e o mar revolto a fim de conhecer os mistérios da vida, a beleza do infinito.

    Um grande abraço!

    Rômulo.

  20. Thiago Neiva Fonseca disse:

    Duarte Henrique

    Acho bonito quando você diz que é apenas um pensamento seu, pois bíblico não é! O cristão tem a vida de Deus dentro de si, e como viver esta vida a Bíblia nos diz!
    O que significa o casamento? O que representa o casamento? Se aqui é um blog cristão, eu falo para cristãos, e vejo que cristãos aqui são poucos, pois se opiniões estão acima do que a Bíblia diz sobre o casamento, é preciso aprender muito sobre o “Tomar a cruz…”!
    Com certeza a submissão feminina não é questão de cristianismo, mas não se esqueça que foi Deus quem criou homem e mulher, Ele instituiu o casamento com o propósito de homem e mulher representarem a Cristo e a Igreja, o casal que não tem conhecimento do que é Cristo e a Igreja não podem viver o casamento como Deus estabeleceu!
    Leia Efésios 5.22-32 e veja que homem e mulher no casamento são figuras de Cristo e a Igreja, Deus quer que o homem represente a Cristo e a mulher a Igreja, mas, quem o faz? Quem entende? Quem tem conhecimento desta vontade?
    A questão não é perder um amor verdadeiro por causa de religião, Deus não é religião, nem Cristo o é! A verdade liberta, Deus tem princípios, mandamentos, e os encontramos nas Escrituras! Afinal, o cristão deve estar disposto a perder tudo, amigos, negócios, e até a vida por amor ao Evangelho de Cristo!

    As Escrituras prevalecem diante dos sofismas dos homens caídos alheios a vida de Deus!

    É tempos de ser discípulo, ter a mente de Cristo, crer na Palavra do Soberano que faz todas as coisas conforme o conselho de Sua vontade.

    Jesus Cristo é o Senhor!

    Thiago Neiva Fonseca

  21. Ei rapaziada… estou de volta… Fico feliz que vocês estão tocando esse blog com muita determinação e amor. É isso aí, não vamos parar nunca mais.

    Como fui o último a casar posso dar a minha humilde opinião sobre o assunto.

    O meu amigo Duarte falou neste artigo sobre o amor romper todos as barreiras, inclusive da religião e do preconceito. Vou ser claro na minha opinião: Isso não existe… Acho que só vi isso em livros infantis e em filmes românticos. Voltemos para a realidade ok? heheheeh

    Eu digo que o amor é mais razão do que emoção. 90% dos casos que vemos por aí são paixões. Se você pensa que amar é sentir calafrio toda vez que ver “ela”, vá tirando o cavalinho da chuva. Isso passa um dia.

    Eu digo que quando você ama com a razão, você vai pensar duas vezes em querer amar alguém que não professa a mesma fé, sendo essa (fé) de extrema importância para você. Eu digo que não daria certo esse tipo de relacionamento, onde você tem a sua religião como algo de suma importância.

    Para aqueles que não são convictos em sua fé, isso pouco importa. Ela vai onde essa paixão quer ter levar. Pode ser feliz? Pode… Mas vai se afastar de suas convicções.

    Por experiência eu diria que relacionamentos de doutrinas diferentes não dão certo, imaginem religiões diferentes!!! Eu não preciso nem entrar na parte de jugo desigual, pois isso acontece até mesmo em relacionamentos de mesmas denominações.

    Um bom relacionamento não é encontrar a pessoa que se encaixe perfeitamente com o seu jeito, mas que ela te agrade nas áreas que você acha mais relevantes. O amor está aí para suportar as demais áreas que ela não te agrada hehehe

    Acho que é isso… Espero ter contribuído com a discussão.

    Leiam um o artigo abaixo com outra opinião sobre este mesmo tema:

    http://bereiano.blogspot.com/2009/09/sobre-o-casamento.html

    Valeus
    Blessing

    • Rômulo de Barros disse:

      Eis a voz da experiência!

      Concordo contigo Dário. Acho que esse negócio de “o amor rompe qualquer barreira” é utopia na relação humana. O amor é razão pura, vejamos um argumento:

      A Bíblia manda amarmos nossos inimigos. Ora, vc só consegue amar um inimigo por ato voluntário, ou seja, se quiser mesmo. É uma atitude RACIONAL! Não há um sentimento que brote do nada, é razão.

  22. waldson disse:

    se alguem tem duvidas ainda faça o seguinte:
    case primeiro com um (a) crente
    depois separe e case com uma espirita…
    quando a divergencia de opinioes o melhor e testar…
    hahahahaha
    que fique bem claro… eu ja fiz a minha escolha.

  23. Rafael disse:

    “Eu ia lhe chamar, enquanto corria a barca…”

  24. Cláudio Erra Nota disse:

    Quanto a dois assuntos aqui listados:

    Salvação: (infelizmente para muitos está escrito) Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira. Apocalipse 22:15

    Casamento “jugo desigual”: Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam. 1 Coríntios 10:23

    Já vi pessoas descrentes casarem com pessoas crentes e se converterem, já vi o contrário, pessoas crentes casarem com descrentes e desviarem, sendo o segundo o que mais acontece. Se alguém quer fazer isso, esteja certo que estará entrando em uma batalha muito difícil, e que Deus o ajude a vence-la.

  25. Thiago Neiva Fonseca disse:

    Cláudio Erra Nota

    Está afirmando que um salvo pode perder a salvação? Se está afirmando isto é melhor ler a Bíblia com mais atenção!

    Graça e Paz.

    Thiago Neiva Fonseca

  26. Cláudio Erra Nota disse:

    Thiago

    Agradeço seu conselho, vou tentar ler a Bíblia com mais atenção ainda, contudo este conselho vale para todos nós.

    Eu estava falando de casamento, não posso te dizer se vc ou outra será salvo ou não, acredito que a salvação é individual, porém a Bíblia diz – Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo. Mateus 24:13.

    Se vc estiver falando de “predestinação”, eu creio ser um tema polemico que necessite de outro devocional, para não misturarmos os assuntos.

  27. Thiago Neiva Fonseca disse:

    Cláudio Erra Nota

    Certo, não devemos fugir do tema do artigo, mas mais uma vez peço sua atenção ao ler as Escrituras e se atentar ao contexto de Mateus 24, não somente ao verso 13. Procura ver sobre o que Jesus falava e a que grupo de pessoas ele falava neste verso.

    Graça e Paz.

    Thiago Neiva Fonseca

  28. Cida Ramalho disse:

    Bom dia pessoal.Que bom que encontrei voces.
    Hoje vivo esta situaçao, namoro uma pessoa catolica,devido a diferencia de religiao cada dia que passa esta ficando mais dificil de nos entender, pois o que vejo é que catolicos tem muito preconceito de evangelico, mas Deus esta no controle.

  29. Cah disse:

    Paz do Senhor, irmãos,
    Aceitei jesus a mais ou menos uns 3 anos, comecei a frequentar a igreja e depois disso minha familia inteira começou a ir, graças a Deus.
    No mesmo ano que me batizei nas águas conheci meu atual noivo, a gente foi se conhecendo e ele começou a frequentar a igreja comigo, até q um dia ele disse “não quero ir mais”
    desde então vira e mexe a gente acaba discutindo religião, ele era testemunha de Jeová quando era mais novo, e eu conheci ele depois q a mãe dele morreu. Ele vive falando que se Deus fosse bom, não teria levado a mãe dele, é bem complicado e delicado lidar com isso, mas cada vez q passa não sei mais o q fazer, ele não parece mudar sua opinião, já frequento diversas vezes a igreja comigo, mas do nada ele fala q não vai mais… é ruim para mim, pq quero me casar com ele ano que vem, e parece que isso vai contra o que Deus quer. O pastor quando foi fazer o nosso noivado em casa disso sobre o Julgo Desigual, e eu fico sempre pensando nisso, mas ainda mantenho a fé de que ele vai aceitar cristo, assim como aconteceu na minha familia, pois erámos espiritas antes.
    Não sei como lhe dar com isso as vezes, parece que esto sendo egoísta, não aceitando ele do jeito que ele é. Ele nunca falou nada para eu parar de ir, só q tem época que e vai, e tem dias que ele não quer ir e se começar a falar alguma coisa vira discussão e os dois ficam chateados e depois passa, a gente confia muito um no outro, não consigo pensar em me separar dele por causa do meu amor a Deus.

  30. elisangela disse:

    Olá tudo bem, ultimamente eu ando a pensar em como nós que nos dizemos religiosos acabamos sendo tão pouco Cristão. Acreditamos possuir a verdade, nos pegamos em versos biblicos do qual geralmente não nos damos o trabalho de lermos o contexto todo do versículo. Eu acredito que Deus é amor e religiao não pode ser um fardo pesado. apontamos o dedo para os outros, sem avaliarmos a situação, o carater o amor daquela pessoa. Simplismente se não professamos a mesma fé ela já esta condenada ao inferno. Fico imaginando quando Cristo andou pela terra se ele tivesse procurado só os que eram sã como teria sido. Ele andou sem julgar, nós julgamos. Ele amava os pecadores (não o pecado) nos os condenamos. Ninguem esta disposto a fazer uma oração sincera para esses casais que amam de verdade e que estão passando por momento dificil pois não conseguir ficar junto, onde as vezes com certeza existe mais amor e respeito do que casais que professam a mesma fé. Quanto homens que se dizem religiosos hoje e que são tão semelhante aos fariseus. E quanto homens que não se dizem tão religiosos mais são mais compreensivos e amorosos dos que os que dizem que são. O que eu ando vendo hoje é cada um querendo ser mais inteligente em relação a biblia e virando perito em apontar o dedo para o irmão ou para o seu semelhante (outra religião). Existe dentro de cada um de nos algo que se chama consciÊncia e ela não deixa a hipocrisia liderar. Vejo que muitos criticam a intenção do autor do texto, eu estou aprendendo a ser mais solidaria, buscar a verdade que Deus tem pra mim, do qual é a revelação da palavra atraves do Espirito Santo. Julgar menos rezar mais lê mais a palavra. Lembre-se que quando o Senhor esteve na terra os fariseus e escribas julgavam ser os conhecedores da palavra e todos nos sabemos o quanto eles estavam enganados, sabe porque? eles deixaram a simplicidade do evangelho da qual a base maior é o AMOR. Pensemos nisso antes de julgarmos o que é certo ou errado.

    • Tatiana disse:

      Concordo plenamento com a Elizangela. Amar ao seu próximo para mim é o primeiro princípio para seguirmos Jesus como exemplo. Julgar e discriminar é abominável.
      Deus nos abençoe.

  31. Pequena disse:

    Duarte,

    Mas como seria o casamento com um católico, por exemplo?
    Vc acha certo a pessoa ter que fazer crisma e catequese para poder se casar em uma igreja católica não sendo católico?

    • Duarte Henrique disse:

      Cara pequena,

      Acredito que a vida seja demasiado curta para nos preocuparmos com questões tão específicas de nossa religiosidade. O amor, quando é verdadeiro, supera tudo. O problema é que hoje em dia nos preocupamos com tudo, menos com nossa felicidade. Nos prendemos a dogmas, tradições e costumes que apenas tornam a vida mais chata. Eu, particularmente, mesmo me declarando protestante, não teria nenhum problema de cumprir os ritos católicos, quisquer que fossem, se essa condição se tornasse indispensável à minha união com a pessoa amada. A forma é só um detalhe, minha pequena, o conteúdo é o mais importante. O amor quer apenas reunir aquilo que está separado. Nossa vida seria muito mais interessante se conseguíssemos nos libertar das formas e nos apegarmos àquilo que realmente somos… A verdadeira fé não é fruto de um conjunto de dogmas, sejam eles protestantes, católicos, islâmicos, budistas etc. A fé é um sentimento de pertencimento ao infinito. No infinito não existem limites, apenas o amor.

      Grande abraço!

  32. Klenze disse:

    Sou Cristã. Vivo de acordo os preceitos de Cristo Jesus, creio na reencarnação. Sou Espírita. E concordo plenamente que o mais importante em um relacionamento é o amor.

  33. David disse:

    Show mesmo vai me ajudar bastante eu to nessa situaçao .

  34. Raquel disse:

    Olá Duarte Henrique! Eu ainda não conhecia esse blog, mas através de uma pesquisa no google sobre casamento onde existe religiões diferentes, vim parar aqui.
    Acontece que a família do meu noivo é católica e minha família evangélica. Namoramos há 4 anos e esse ano iremos nos casar e meu noivo ja foi comigo várias vezes na igreja onde congrego e quando resolvemos enfim nos casar, ele não viu problema algum em a cerimonia ser celebrada por um pastor, mas minha sogra é católica ‘roxa’ e ela quer que o filho receba a benção de um padre. Mas há problema em um padre nos dar a benção mesmo eu sendo cristã? Já que vamos nos casar primeiro no cartório e depois fazer a cerimonia religiosa (na minha religião) minha sogra sugeriu que após o cartório fossemos a uma igreja católica apenas para uma benção e depois (no caso outro dia) fazer a cerimonia religiosa juntamente com a festa. Eu nunca fui a uma igreja católica, mas respeito a religião da família de meu noivo. Uma amiga me disse que isso seria adorar a dois Deuses e que é pecado, mas eu penso que seria sábio e de bom senso aceitar.
    Espero que tire minha dúvida… Obrigada!

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