Feminismo, O Suicídio da Natureza Feminina

Publicado: 27/10/2009 por Duarte Henrique em Devocionais
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Graça e paz galera, tudo bem? Espero sinceramente que sim.

Esse texto é fruto de algumas reflexões que já há algum tempo venho fazendo. Espero que não seja visto como algo machista ou reacionário. O assunto é muito extenso e complexo. Porém, aqui vão apenas algumas reflexões.

Uma coisa tem me deixado perplexo hoje é perceber que as mulheres já não sabem mais o que querem. Sonham com um relacionamento romântico, mas no fundo já não querem mais ser as mulheres do romantismo. Por que? Porque é muito démodé. As mulheres hoje são modernas, liberais! Querem ter os mesmos direitos que os homens, querem igualdade de gênero! Dominar o mercado de trabalho (Se esquecem que esse foi o castigo reservado a Adão… Gn 3:17-19). Tratá-las como o “sexo frágil” é uma ofensa!

Elas dizem ser mais “macho do que muito homem”, como diz a letra de uma música da Rita Lee, que ouvi outro dia. Porém, acham ruim quando o cara não manda flores, nem sede o lugar no ônibus…

E no meio cristão? Já temos até pastoras, bispas etc. Falar em submissão hoje é o maior dos absurdos! “Eu? Mulher inteligente, liberal, ficar me submetendo a homem? Nem pensar!”. Textos como o de Ef 5:22, por exemplo, são sempre tidos como “uma questão cultural” etc. Não estou querendo me escorar na bíblia para oprimir ninguém, mas por que será que existem textos como esse? A resposta, penso eu, é simples: o modelo de família adotado pela bíblia não é um modelo meramente “religioso”. É uma questão natural, sociológica. O preço que o feminismo tem cobrado das mulheres é muito alto. É bem verdade que nunca tivemos tantas mulheres ocupando cargos altos no mercado de trabalho, bem como nos demais setores da sociedade. Mas em contrapartida, também nunca tivemos um número tão grande de divórcios, mulheres frustradas em seus relacionamentos e famílias desestruturadas. E isso no meio cristão, pois o meio secular dispensa comentários. O mais fascinante nisso tudo é que, mesmo em meio a toda essa “onda feminista” de hoje em dia, ainda vemos muitas mulheres falando em casamento, e sonhando com uma família de verdade. Pode até parecer um paradoxo, mas não é. E sabe por que? Porque no fundo é isso que toda mulher de verdade quer. É isso que a mulher do romantismo busca. A mulher do realismo não, essa é muito feminista, muito “machona”, “independente”. Vejam a Capitu do Machado de Assis, e a comparem com a Charlotte do Goethe, por exemplo.

O que as mulheres tem que entender é que não existe nada de mais em ser quem elas são, em seguir sua natureza. Assumir sua fragilidade não é sinal de fraqueza, mas de beleza. Sua dependência, longe de ser algo mortal, e na verdade o que faz um casamento próspero. É claro, desde que feito com um homem de verdade.

Entendam, as maiores prejudicadas com a “igualdade” são vocês mesmas. A natureza da mulher é sentimental, a do homem é racional. Não estou dizendo que a mulher não pensa, não é isso. Só estou dizendo que homens e mulheres têm funções naturalmente diferentes. O feminismo tira toda a feminilidade de vocês. Pode até parece um apelo, e não deixa de ser.  Quanto mais as mulheres se afastam do que elas são, mais elas sofrem… Toda mulher que se diz independente, resolvida, e que não precisa de homem é uma pobre infeliz, que muitas vezes disfarça sua angústia ostentando seu sucesso em outras áreas da vida, que ela mesma finge, se enganando, serem mais importantes do que ter uma família feliz, e um homem que a proteja e de quem dependa.

Muito mais ainda poderia ser dito, mas o tempo e nem o horário permitem. Fica para a próxima. Segue um link interessante encaminhado pelo Dário sobre o assunto, quem quiser clique e veja.

Ainda têm a parte que diz respeito a nós homens. Não são apenas as mulheres que andam em Crise existencial.

Meninas sem ressentimento, só quero ajudar.

Abraços fraternos!
Duarte Henrique

PS: Fiz a montagem abaixo para dar plástica ao que falei. Perdoem a indiscrição de colocar uma música da minha banda. Mas o youtube não está aceitando outras músicas por questão de direito autoral.

 

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comentários
  1. Thayse Portela disse:

    Gostei muito do tema, Duarte! Não posso deixar de comentar! :)

    Primeira coisa que concordo é a extensão e complexidade do assunto. Muuuuuuito pano pra manga… ;)

    Há alguns dias atrás, fiquei pasma numa conversa entre amigas onde a maioria das meninas disseram que se pudessem escolher, preferiam ter nascido homem. Sem acreditar na veemência das afirmações, eu as perguntei o por que. Sem detalhes, o argumento principal foi: “a vida deles é mais fácil!”. Fiquei realmente reflexiva e perplexa com tudo a que ouvi nessa conversa.

    O fato de ser MULHER é um dos milhares de milhares motivos que tenho a agradecer (e agradeço) a Deus quando oro. A delicadeza, a sensibilidade, a fragilidade (sim), a criatividade, beleza, enfim. A Feminilidade que possuímos é tão especial. Um presente de Deus a nós!

    Alegro-me ao lembrar que Jesus contra todo o costume (da época), chegou à mulher – que era sem valor para sociedade e marcada como ser inferior, e quebrou as barreiras da tradição religiosa e dos costumes sociais. Porém concordo que atualmente muitas mulheres têm perdido o ‘foco’, fugindo daquilo que é o propósito de Deus prá nós. Isso é muito triste!
    Não penso (e nem defendo) que a mulher deva ser totalmente* dependente do marido. Penso que não podemos deixar de ser auxiliadoras e idôneas (e submissas) como quis o Senhor em Gn 2:18-24.

    Gostaria de falar mais, contudo não quero cansar ninguém na leitura desse comentário que já ficou ‘grande’ por demais. rs
    Finalizo com um texto que aprecio encontrado no Tamulde (livro que trata de quase todos os aspectos da vida judaica) que diz: “Cuida-te muito em não fazer chorar uma mulher, pois Deus conta as suas lágrimas. A mulher foi feita da costela do homem, não dos pés para se pisoteada, nem da cabeça para ser superior, mas debaixo do braço para ser protegida e do lado do coração para ser amada”.

    Que o nosso Pai Celestial continue nos abençoando!!

  2. Duarte Henrique disse:

    Grande Thayse,

    “Não estás longe do Reino de Deus” Mc 12:34

    Essa passagem do Talmude é muito bonita. Confesso que não a conhecia. Mas a verdade é exatamente essa. Agora, para mulheres de verdade, são necessários homens de verdade, aqui vejo outro problema na atualidade. Mas fica pra depois…

    Abraços.

  3. Karol disse:

    Olha… sem comentários!!

    Duarte você conseguiu dizer tudo e o principal sem machismo… tudo pra mim é a verdade!! E o comentário da Tatah complementou tudo!!

    Concordo e muito com vocês não precisa deizer mais nada!!!!

  4. Rômulo de Barros disse:

    Muito bom texto Duarte! Fiquei com a sensação que você ainda tem muito mais a escrever, que você se conteve, apesar da profundidade já apresentada.

    Sou um profundo admirador da mulher. Confesso minha veneração pelas mulheres desbravadoras de hoje: na igreja, as líderes munidas de coragem que enfrentam e organizam trabalhos; na vida, as que assumem responsabilidades, apresentam-se para solucionar dilemas; etc.

    Mas algo me inquieta: a mulher feminista de hoje é de causar espanto, principalmente para aqueles que tentam ser verdadeiros homens.

    Veja-se um outro aspecto da libertação feminista: no mundo secular vemos mulheres turbinadas, saradas, frequentadoras assíduas de academias e clínicas estéticas. Amedrontam os homens “normais”. Os pobres, que sonham apreciar boas músicas e empreender conversas sobre livros, poesia, etc; são submetidos a batidas horrendas do último funk com letra imoral e papos sobre suplemento alimentar e a última técnica de laser para beleza.

    O movimento feminista está à toda, e não é à toa que não apenas uma mulher já me confessou sua vontade de permanecer sozinha e assim criar sua família – istó é, ter filhos solteira.

    Duarte, eu queria que você descreve-se os sintomas do feminismo dentro do ambiente cristão, bem especificamente.

    • Duarte Henrique disse:

      Grande Rômulo,

      No que diz respeito ao feminismo no meio cristão, eu diria, em princípio, que não existe um “feminismo cristão”, mas sim o feminismo querendo influenciar a feminilidade cristã.
      Penso eu, que aspectos tais como o surgimento de pastoras, bispas, etc. sejam reflexo dessa influência. Eu particularmente não concordo com mulheres ocupando tais posições. Não porque elas não sejam intelectualmente capazes, mas porque, tendo em vista sua natureza sentimental e maior envolvimento pessoal em situações que necessitariam de maior objetividade, seu “ministério” pode ser comprometido fatalmente. As mulheres nesse caso são adjuntoras.
      Outro aspecto é no que diz respeito à perspectiva de vida. Hoje em dia, as moças cristãs não pensam mais no casamento, em ter uma família próspera e serem mulheres sábias como prioridade. Sua prioridade hoje é investir na carreira profissional, seja por meio de um concurso, faculdade etc. Não que elas não devam buscar essas coisas, mas priorizá-las é um erro. Esse é um dos motivos, penso eu, do porque hoje existem muitas moças que acabam não se casando na igreja, ou quando se casam, se casam mal. Priorizaram o que era secundário no caso delas.
      Um último aspecto que eu destacaria é o fato do modelo cristão de família (O homem como cabeça e a mulher como adjuntora) ser rejeitado por muitas delas. Influenciadas pela mentalidade moderna, como já disse no texto, acham isso um absurdo, o que é uma pena, o número de divórcios só tem aumentado no meio cristão.
      Vamos ver, no futuro, aonde isso vai dar grande Rômulo. abraços! E você onde pensa que tem influenciado?

      • Rômulo de Barros disse:

        Concordo contigo quando dizes que o surgimento de pastoras, bispas refletem a influência feminista no âmbito cristão. Todavia, eu destôo afirmando que dá certo. Sou admirador destas mulheres que estão liderando por aí afora. Confesso não ter fundamentação bíblica literal para tanto, mas vejo que na prática há resultados.

        Penso que tens, também, razão a respeito da prioridade feminina que reina no meio cristão. É bem verdade que poucos casamentos têm se encaminhado por conta da prioridade profissional das meninas.

        Agora uma verdade tem que ser posta: os HOMENS são muito culpados nesse aspecto. A maioria tem levado a vida na brincadeira. Falta maturidade e seriedade. Há escassez de homens que estejam aptos ao matrimônio, e isso reflete, SIM, no comportamento das mulheres. Como efeito a grande incidência de uma diferença etária absurda nos casamentos evangélicos.

        Abraços!

  5. Diana disse:

    Puxa vida, gente,
    Vejo muita violência escondendo-se nas palavras aparentemente pacíficas de vocês. Essas falas são uma parte do canal por onde se perpetua, de geração em geração, uma opressão vergonhosa de gente sobre gente. Conseguem fazer o exercício de enxergar por um outro prisma?: ver o quanto esse paternalismo (supostamente simpático às mulheres, mas muito, muito depreciativo a elas pra começo de conversa) poderia ser demostrado, digamos, anti-cristão? Mais respeito às mulheres e homens que não pensam como vocês gostariam…
    Abraço fraterno.

    • Duarte Henrique disse:

      Cara Diana,

      Respeito seu ponto de vista. Durante muito tempo, e porque não dizer até hoje, muitos homens confundiram “fragilidade feminina” com “inutilidade feminina”, e por isso as oprimiram e maltrataram. A única coisa que deve ser destacada, e você não pode negar, é que eu, sendo homem, sou diferente de você, mulher. A sua vontade por igualdade, talvez, revele na verdade uma insatisfação com sua condição enquanto mulher. Mas não faça isso, ser mulher é algo fascinante como disse a Thayse. Além do mais, até na hora de protestar, como você no seu comentário, vocês são mais líricas do que nós homens, sempre colocam sentimento em tudo… Tenho certeza que quando você se encontrar (se é que já não encontrou) um homem que te valorize de verdade enquanto mulher, vai amar ser submissa a ele.

      Um grande Abraço!

    • Rômulo de Barros disse:

      Colega Diana,

      Dê-nos o sabor da sua opinião e demonstre o outro prisma, por favor. Será muito interessante conhecê-lo e muito eficienta para a discussão aqui.

    • Ola Diana,

      Sobre este prisma “ver o quanto esse paternalismo (supostamente simpático às mulheres, mas muito, muito depreciativo a elas pra começo de conversa) poderia ser demostrado, digamos, anti-cristão?” você teria razão.

      Agora acredite que a nossa simpatia pelas mulheres não é depreciativo… É sinceridade com certeza. Quem nos conhece pode falar a respeito.

      Não desrespeitamos homens e mulheres que não pensam como nós. Se em algum momento ou em algum lugar isso deixou transparecer, pedimos perdão.

      Não queremos aqui encontrar a verdade absoluta. Queremos debater, como pessoas maduras, este delicado assunto que para muitos é um tabu.

      Fique com Deus e sempre participe de nossos debates. Será de grande contribuição.

  6. Rômulo de Barros disse:

    Sobre a libertação feminina de paradigmas machistas, vejamos:

    No filme DOUBT, o enredo se dá numa escola de freiras. E com isso pôde-se ilustrar como eram suas vidas há 30, 40 anos.

    Elas (as freiras) deveriam ficar quietas e não podiam falar. A única oportunidade para falar era uma vez na semana, quando reunidas à mesa, a freira líder tocava um sino.

    Sua comida era tremendamente inferior à dos padres. Estes comiam picanha; aquelas, coxão duro.

    Não podiam ter bens, nada, sua vida era de total abnegação.

    No âmbito protestante, por muito tempo se pregou algo um tanto parecido. Mulher no púlpito? Nuuuunca. Mulher falando? NÃO! Só podiam perguntar ao marido quando em casa.

    Gostaria que as meninas comentassem a respeito dessas ignorâncias.

    Abraços!

  7. Estevam Eduardo disse:

    Galera concordei totalmente com o que foi dito pelo Duarte. Achei o vídeo excepcional, vou baixar e enviar por email pra todo mundo q eu conheço.
    Apesar de algumas pessoas discordarem, como o fez nossa querida irmã Diana, a maioria não tem outra coisa a dizer a não ser que esse tema realmente foi genial.
    Nunca tinha parado pra pensar sobre o assunto.

    Mas já havia me entritescido com várias meninas que participam ativamente das atividades da igreja e criticam moças jovens que querem se casar, por considerarem que uma menina só deveria se casar após ter construido seu patrimonio e ter como sobreviver sem ajuda do seu marido, só assim ela seria feliz pois seu marido nunca poderia exigir algo ela não quisesse. Defendem independência total no casamento, e o pior isso dentro da igreja, indo de encontro aos princípios cristãos que se mostram tão claros nesse sentido.

    Aqui fica uma lição pra todos que pensam dessa forma. Parabéns pela iniciativa Duarte.

  8. Cristiane Novais disse:

    Fantástico o artigo! Mas tenho algumas observações a acrescentar.

    Não tenho dúvida de que Deus criou a mulher com a estrutura totalmente diferente dos homens. Falo sem medo de errar que no fundo o que TODA mulher quer é um homem perante o qual ela possa assumir sua fragilidade e dependência. O difícil é encontrar esse homem! Então surge a seguinte pergunta: até que ponto esse dito “feminismo” não é culpa dos homens!?

    Hoje a mulher tem medo e vergonha de dizer que nasceu para ficar em casa cuidando da família, uma vez que o que elas escutam dos homens são as seguintes expressões:

    – “a gente só vai casar quando você passar em um concurso!”;

    – “dou dois anos para minha namorada passar em um concurso, caso contrário vou terminar o namoro” (parece falácia, mas escutei esse comentário de um analista do TCU);

    – “não reduz sua carga horária no trabalho, pois o dinheiro que você vai perder dá para pagar a prestação do apartamento”.

    Como a mulher não vai se preocupar em ficar sarada, turbinada e etc, sendo que a primeira coisa que os homens olham em uma mulher é a beleza física?! Como pode uma mulher confiar em entregar sua vida a um homem sem opinião própria, muitas vezes protegido e bancado pelos pais, não procurando crescer profissionalmente?!

    Percebo que muitas vezes os homens são tão omissos que obrigam as mulheres, mesmo sem querer, serem os “machos” da relação, deixando-as frustradas. E depois ainda reclamam que as mulheres são “moderninhas”.

    Quanto à questão de mulheres serem pastoras, não sou contra, desde que seus maridos concordem e que dentro de casa elas mantenham a postura de mulher cristã.

    É momento dos homens refletirem sobre isso e terem certeza de que estão preparados para se relacionarem com mulheres “frágeis” e “dependentes”….e ainda, se são capazes de amá-las dando a vida por elas, assim como Cristo amou a Igreja, sendo ela adúltera e ingrata.

    Fique bem claro que não estou confrontando o autor do artigo (até porque quero o telefone dele…rsrs). Estou apenas apresentando o outro lado de um assunto tão complexo.

    Desejo que cada moça encontre um homem de verdade!!!

    Abraços, Cristiane Novais.

    • Duarte Henrique disse:

      Caramba Cris,

      Mandou muito bem! Em parte, já adiantou bastante o que eu falaria sobre a “crise existencial masculina”. Tenho que dar o braço a torcer para todos os seus argumentos, exceto no que diz respeito a mulheres pastoras.
      A sua sorte é que você já encontrou um homem de verdade, assim como eu encontrei uma mulher de verdade… uhuhuhuhuh

      Beijos!

    • Rômulo de Barros disse:

      Eita ferramenta!

      Cristiane Novais, ou, Damaresinha, muito bom o seu comentário. Isso é o que eu mais queria que acontecesse aqui: que as meninas “saíssem à rua” e demonstrassem sua opinião como vc fez, e de maneira brilhante!

      Sinceramente não tenho nem o que discutir, até no que vc me combateu eu me silencio.

      Vamos meninas, façam como a Tiane!

      Abs.

    • Fala aí Cris,

      O seu comentário tá muito bem argumentado.

      Como o Duarte replicou em sua resposta, Os homens passam também por um problema. O homem está deixando de ser o homem da relação. O bicho tá pegando… Eu nunca vi tanto macho frouxo na minha vida hhehehahahahaah

      E aí machaiada? A carapuça serviu aí? heheheheheeh

      Pessoal. Realmente este mundo jaz no maligno. Se formos tratarmos isso de um zoom mais distante, vamos ver que outras coisas influem neste comportamento dos homens e mulheres. A sociedade, através do capitalismo, é muito consumista, é muito gananciosa. Não se contenta com o que tem. Se consegue algo melhor hoje, amanhã já tem outra meta.

      Quem aí que trabalha já não passou por isso? Começa ganhando lá os seus 500 reais e sonha: “Ah se eu ganhasse 2.000,00… eu já estaria casado”. Um belo dia, consegue alcançar este objetivo e já tem novo sonho: “Ah seu eu passasse em um concurso público para ganhar 4.000 reais”. Passa e depois já vai atrás de outra meta… e por aí vai. Esse é um dos problemas deste capitalismo.

      Outra coisa é os próprios pais que protegem os filhos (homens) demais. Tá certo que nenhum pai quer que o filho passe pelo caminho de lutas que ele passou e quer o melhor para o filho. Mas isso, na minha opinião, acaba gerando depêndencia, comodismo e por aí vai… Acaba que tudo o que o filho homem ganha não é valorizado, porque não houve esforço da parte dele para conseguir aquilo.

      Acho que tá bom né? Vamos ver no que vai dar o meu comentário.

      Fuisss

    • Karoliny Buhcool disse:

      Concordo que nós mulheres somos o sexo “frágil” sim, tanto que até no nosso ordenamento jurídico somos tratadas com desigualdade, com a finalidade de tornarmos iguais , e isso é lindo, somos sensíveis mesmo, somos delicadas, não podemos ser tratadas de qualquer forma, somos ESPECIAIS! heheheh

      Agora a respeito da submissão, queria lembrar que Deus nos mandou ser submissas sim, mas também mandou que os nossos Maridinhos* nos amasse como cristo amou sua igreja.
      Tantas vezes quando nos referimos a essa passagem a polêmica só vem a respeito da submissão, mas , é tão mais complexo amar como cristo nos amou dq apenas ser submissa, e esse APENAS ser submissa é isso mesmo, porque ser submissa ao homem que te ama como cristo nos amou é APENAS SER SUBMISSA.
      Então o” Q ” da questão está em que nós mulheres não estamos encontrando homens que nos ame, com o amor Genuíno de Deus, para que ai sim, possamos praticar a verdadeira submissão , a que não nos constrange, não nos diminui, mas, nos leva a crer que estamos fazendo o papel de uma verdadeira esposa cristã.

      Abraços.
      : )

  9. Cláudio Lima disse:

    Muito bom, todos estão de parabéns, muito alto nível de discussão, lendo tudo, constato que a culpa (sempre queremos culpar alguém) é de todos, homens e mulheres parecem estar meio perdidos tentando encontrar seu papel. Acredito que este artigo e seus comentários ajudam a esclarecer estas dúvidas.

    Eu acho que seria muito bom que assim como a Cristiane, outras mulheres pudessem enriquecer este debate, quem sabe termos um artigo com a visão feminina, explicando o que as mulheres querem em um homem… (Eu já me dei bem, hehehehehhe, mas existem homens querendo saber como conquistar sua Rebeca).

    Mais uma vez parabéns a todos!!!

    • Fala aí Cegão,

      Realmente este debate está enriquecedor. É uma pena que poucas mulheres comentem aqui.

      Vou mandar um NEWS hoje a tarde e vamos ver se vem mais comentários femininos por aí.

      Valeus

  10. Lima disse:

    O PAPEL DA ESPOSA NO CASAMENTO – Cl.3.18

    Irmãos o texto é um pouco longo, mas nos leva uma boa reflexão, inclusive, tratando-se do “amor livre”.
    O casamento não foi instituído pelo homem, foi iniciativa de Deus. Sua criação antecede à Igreja e ao Estado. Para o casamento atingir os seus objetivos, precisamos observar alguns princípios que Deus estabeleceu em sua Palavra.
    Veremos aqui 03 dos pilares que sustentam o edifício da família, o papel da esposa no casamento:

    1. Submissão inteligente – John Mackay, reitor do Seminário de Princeton, no seu livro “O sentido da vida”, disse que o trabalho predileto do diabo é esvaziar o sentido das palavras. Uma das palavras mais desgastadas hoje é submissão. Submissão não é ser inferior. A mulher não é capacho do marido. Ela não é serviçal, nem empregada do marido. Submissão não é ser passiva, apagada, sem direito, sem vez e sem voz. Não é anular-se nem sentir-se inferior. No plano divino, a mulher nunca foi inferior ao homem. Ela é auxiliadora idônea, aquela que olha nos olhos. A mulher não é submissa ao marido como é a Cristo. Ela é submissa ao marido por causa da sua submissão a Cristo. O senhorio de Cristo é único, singular. Submissão é ter uma missão sob a missão do marido. A mulher sábia não procura mandar no marido nem usa subterfúgios para manipulá-lo, antes, exerce a sua função com discernimento, alegria, eficiência e gratidão a Deus. Submissão não é demérito nem desonra. A glória da igreja é sua submissão a Cristo. Submissão não é ausência de liberdade. Quanto mais submissa à igreja é a Cristo, mais livre ela é, mais feliz ela se sente. Um trem só é livre quando anda sobre os trilhos. Você só é livre para dirigir o seu carro, quando obedecem as leis do trânsito. Assim, a liberdade da mulher está em sua submissão ao marido.

    2. Edificadora prudente – A mulher sábia edifica a sua casa. Transforma o seu lar num ninho aquecido de amor, no ambiente mais aconchegante para se viver. Empregam sua inteligência, criatividade e sensibilidade para enriquecer o relacionamento conjugal. Ela é alavanca na vida do marido. Empurra-o sempre para frente. Honra-o, encoraja-o, promove-o. Ademais, ela é aliviadora de tensões, é bálsamo que refrigera, é sábia conselheira. Sua língua é remédio. Seu amor é cheio de ternura. Suas atitudes são nobres. Seu caráter é idôneo. Sua beleza mais excelente é sua piedade.

    3. Guerreira destemida – A mulher sempre esteve na vanguarda do casamento como guardiã e promotora dos valores que sustentaram a família ao longo dos séculos. Sempre esteve na trincheira da luta pela salvação dos filhos. Ela é capaz de heroísmos indescritíveis. A mulher tem mais capacidade de suportar a dor, mais paciência para enfrentar as provas, mais desprendimento para investir no casamento. Ela enxerga com os olhos do coração, julga pelo tribunal da alma, estende as mãos para agir movida pela misericórdia. A mulher tem uma capacidade imensa de ser solidária nas aflições, ser um braço forte nos tempos de crise e um ombro hospitaleiro nas perdas. Quando a mulher, como brava guerreira, usa esse arsenal para edificar o seu casamento e abençoar a sua família, muito dificuldades são superadas, os obstáculos são vencidos e a família torna-se bem-aventurada!

    Ao Senhor pertence à salvação. Jonas 2.9

    • Duarte Henrique disse:

      Grande irmão Lima,

      Ortodoxia 100%. Eu preferi ir por um prisma mais sociológico, mas as consequências são as mesmas. Nesse ponto concordamos, viu? Olha aí!

      Abraços!

  11. Lima disse:

    Xef, Duarte a beleza da Bíblia é que ela atinge o homem por completo.

  12. Rômulo de Barros disse:

    Estou vendo que a batata está esquentando é na nossa mão mesmo, machaiada!!!! kKkkKKKk!!!

  13. Lima disse:

    O PAPEL DO MARIDO NO CASAMENTO Ef. 5.25

    É muito facíl exigir da mulher, mas precisamos assumir nossa responsabilidade. O que você está fazendo pela sua esposa ou pretensa esposa? Os homens desde Adão estão se escondendo, são omissos, Deus vai chamá-los a razão não as mulheres “Onde estás” Gn.3.9. E você vai fazer o que?

    “Maridos, cada um de vós ame a sua mulher, assim como Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela”.

    • A família é uma instituição divina. Sua criação precede o estabelecimento da igreja e do Estado.
    • Deus é o edificador da família (Sl.127.1). As instruções para edificar uma família sólida provêm da Palavra de Deus. Ignorar ou mudar essas instruções é conspirar contra a saúde da família.
    • Deus confiou ao homem uma posição vital na família. A Bíblia diz que Deus colocou o homem como cabeça a mulher (Ef.5.23). Uma família não pode acéfala nem bicéfala.
    • Ser cabeça não é assumir uma atitude despótica. A mulher não é inferior ao homem. Ambos foram criados por Deus e são imagem e semelhança de Deus. Ambos desfrutam da mesma condição diante do Pai e tem acesso à mesma graça.
    • O padrão de liderança não é de domínio pela força, mas pelo exemplo. Dessa forma o marido deve amar sua esposa como Cristo amou a igreja.

    Como deve ser o amor do marido pela esposa? Pelo menos cinco sugestões

    1. UM AMOR PERSEVERANTE (Jo.13.1)
    • Vinicius de Morais diz que o amor é eterno enquanto dura. Isso se chama paixão fugaz que se desfaz com o sinal da primeira crise. O amor do marido pela esposa deve ser forte como a morte (Ct.8.6,7), nem mesmo as águas turbulentas dos oceanos podem afogá-lo.
    • Muitos maridos abandonam a esposa para viver uma aventura, por descuidar desse preceito divino. Outros são infiéis aos votos conjugais, embora não rompam o vinculo conjugal.
    • O projeto de Deus não é um casamento disfuncional e insosso.
    •Deve ser revitalizado e restaurado.
    • O bom vinho sempre é servido depois do vinho inferior. O melhor está pela frente!

    2. UM AMOR SACRIFICIAL (Ef.5.25)
    • O marido deve amar a esposa como Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela. O amor verdadeiro é uma oferta de sacrifício. Não é egoísta, não visa seus próprios interesses.
    • O marido não busca sua própria felicidade, mas esforça-se para fazer sua esposa feliz.
    • Aqueles que querem ser felizes não devem se casar; apenas aqueles que querem fazer o cônjuge feliz. Na vida conjugal colhemos o que plantamos.
    • Só saboreamos e recebemos amor quando regamos a relação com a doçura do amor.
    • Só recebemos gestos de altruísmo do cônjuge quando nos dispomos a dar nossa vida pelo cônjuge.
    3. UM AMOR SANTIFICADOR (Ef.5.26)
    • Cristo amou a igreja e se entregou por ela para santificá-la. Assim deve ser o amor do marido pela sua mulher. O amor do marido santifica a esposa.
    • Uma mulher amada pelo marido fica livre de muitas tentações e perigos. O amor do marido protege a esposa de muitas armadilhas. O marido deve ser a pessoa que mais influencia a vida espiritual da esposa.
    • O amor é puro, leal e fiel. O verdadeiro não se conduz inconvenientemente. Ele é gentil nas palavras, nobre nos gestos e bondoso nos propósitos.
    4. UM AMOR ALTRUÍSTA (Ef.5.28)
    • O apóstolo Paulo diz quem ama a sua esposa ama si mesmo. Amar é não ferir, pois do contrario feri a si mesmo. O casal deve promover um e exaltar o outro. O marido deve amar a esposa como o seu próprio corpo (Ef.5.29).
    • Quando o marido fere as emoções da esposa com palavras e atitudes, está abrindo feridas em sua própria alma. Porém, quando, ele abençoa com palavras e gestos, está fazendo investimentos benditos em sua própria vida.
    5. UM AMOR ROMÂNTICO (Ef.5.29)
    • Paulo diz que, em vez de o marido ferir a esposa, deve cuidar dela (v.29). A palavra “cuidar” aqui usada só aparece outra vez no Novo Testamento em (1Ts.2.7), e ali é traduzida por “acariciar”. Podemos ver aqui que o propósito de Deus para o marido é que ele deve tratar a mulher com carinho, honra sensibilidade e afeto.
    • Nada machuca mais uma mulher do que o marido ser rude em palavras e insensível nas atitudes. Um casamento feliz se constrói com amor, e o amor é paciente e benigno. (1Co.13.4-8).

    Ao Senhor pertence à salvação. Jonas 2.9

  14. Bruno Albuquerque disse:

    Engraçado que o autor inicia o texto dizendo que não pretende ser visto “como alguém machista ou reacionário”. O fato é que estamos diante da mais cristalina mentalidade enganosa e errônea imposta pela cultura ditatorial e autoritária do império religioso. O mesmo que predominava no tempo de Jesus e era totalmente contrário a opinião de nosso Senhor. Basta ver o caso da mulher adultera que foi pega em flagrante, todavia fora trazida sozinha para o apedrejamento. E onde será que estava o homem na hora do flagrante?
    Cristo nunca enxergou as mulheres dessa maneira. O trecho que mais me chama a atenção, e sintetisa todo conteúdo desse artigo é o seguinte: “Toda mulher que se diz independente, resolvida, e que não precisa de homem é uma pobre infeliz, que muitas vezes disfarça sua angústia ostentando seu sucesso em outras áreas da vida, que ela mesma finge, se enganando, serem mais importantes do que ter uma família feliz, e um homem que a proteja e de quem dependa.” Querido, não me restam dúvidas de que infeliz foi esse seu comentário, e de todos os outros participantes que manifestaram algum tipo apoio.

    Deus nunca projetou as mulheres para que de alguma forma estas dependam de homens, ou do amor ‘eros’ que estes podem proporcionar. O autor do artigo demonstra acreditar que uma mulher não pode ser independente ou resolvida se não tiver um homem em sua vida. Se isso não é machismo o que seria? E o pior não é apenas isso, mas sim crer que o amor ‘ágape’ de Deus em relação aos homens em geral, inclua-se nisso às mulheres, não é suficiente. O Ágape de Deus, representa o amor incondicional, sacrificial demonstrado por Cristo na cruz. E isso é mais do que suficiente para tornar qualquer mulher, totalmente INDEPENDENTE de qualquer fator maculino e mto bem RESOLVIDA em todas as esferas de existência.

    Mulheres, vocês não precisam de “um homem que as proteja, para dele depender” de alguma maneira. Vcs precisam única e exclusivamente de Cristo, e necessitam compreender a realidade do evangelho, desapegando-se de qualquer mentalidade institucional, cultural ou social, que vem sendo descaracterizada de nossa sociedade aos poucos, mas que pelo visto vai demorar muito para sair de dentro da igreja.

    • Eita poxa… Eu queria ver se as mulheres concordam com a afirmação do Bruno: “Deus nunca projetou as mulheres para que de alguma forma estas dependam de homens, ou do amor ‘eros’ que estes podem proporcionar.”

      E sobre isso: “Mulheres, vocês não precisam de “um homem que as proteja, para dele depender” de alguma maneira.”

      Cadê vocês mulheres???

      Valeu Bruno pela participação… Vai apimentar ainda mais o debate.

    • Rômulo de Barros disse:

      “O autor do artigo demonstra acreditar que uma mulher não pode ser independente ou resolvida se não tiver um homem em sua vida”.

      Não vejo que o autor do artigo tenha construído isso como regra.

      E acho que a regra é a união homem e mulher! Cuidado para não pregar a auto-suficiência humana.

    • Roberto disse:

      No contexto desse comentário, eu lembraria que quem nasceu para o celibato, homem ou mulher, pode ter uma vida completa e feliz, com muito ou com pouco dinheiro. Assim, baseado no amor de Cristo, quem nasceu para o celibato que respeite os outros que não tem esse dom e vice-versa. Não se discorda de que é possível, mas daí a assumir que todo mundo vai ser feliz sozinho ou que ninguém o poderá ser a dois é um extremo com todos os perigos e problemas dos exageros. Minha visão de casamento contempla pessoas completas se acrescentando; esperar que as frustrações individuais se resolverão no casamento só engrossa o caldo da discussão.

  15. Bruno Albuquerque disse:

    Com todo respeito, opiniões de lado, vamos para a bíblia. Não vejo em momento algum as mulheres sendo colocadas nessa posição de extrema dependência emocional de algum homem. Alguém se voluntaria a apontar o trecho das escrituras? Por que eu não conheço.

  16. karoliny Buhcool disse:

    Eu concordo com o Bruno, no sentido em que a mulher não é totalmente dependente , como exemplo temos milhares de famílias que são contituidas apenas da mãe e seus filhos, pq os seus maridos a deixaram , e que não pretendem ter um segundo casamento, e que vivem feliz, mas, ao contrário nunca se vê homens sozinhos e felizes, eles depedem do amor “eros”, vcs sim são dependentes, nós não.
    heheheh

  17. LUCIANA disse:

    “VAMOS CELEBRAR A ESTUPIDEZ HUMANA, A ESTUPIDEZ DE TODAS AS NAÇÕES! O MEU PAÍS E SUA CORJA DE ASSASSINOS, COVARDES , ESTUPRADORES E LADRÕES!”

    Vou ser bem sincera, eu nem li o texto todo, nem os comentários! São muitos absurdos de uma vz só!
    Falam de “modelo familiar cristão” que é natural e “sociológico”, mas se esquece de citar as centenas de homens que, por sua “natureza” procura sexo fora do casamento ou que espacam sua mulheres ou os milhares de casos de homem que matam suas exs por que, simplesmente, não aceitam o fim do relacionamento. Virou algo banal.
    Se esquecem que o modelo familiar de hoje é formado apenas de mãe e filhos. Pai? Alguns nem o conhece. E pq? Pq muito abandonam e a mulher sozinha. E essa, por sua vez, precisa ser mãe, dona de casa e profissional. Isso não é feminismo, é algo imposto à muitas mulheres.

    Vamos falar então da “família cristã” onde muitos mantém um casamento de aparências p não fugir do “modelo natural sociológico”.

    Jesus andava cercado por mulheres. Enquanto queriam apedrejar alguma, ele acolhia. Enquanto Pedro, Judas o traiu, as mulheres assistiram sua crucificação e permaneciam até o fim com Ele.

    Acho que este senhor se sente muito ameaçado pelas mulheres ao redor dele.
    Se for para a mulher depender de alguém que a proteja que seja de DEUS! E de mais ninguém!
    Deus, sim, é indispensável à minha vida e eu sou dependente apenas d´Ele! Vou confiar em homem? O homem é falho. Não “homem” masculino, mas homem ser humano.
    Pq pelo fato de eu ser mulher eu tenho que depender de um ser humano do sexo masculino? se na própria bíblia está escrito “maldito o homem que confia no homem”. Não devo depender de ser humano nenhum!

    Vejo muitas mulheres pojetarem suas vidas em seus maridos e a maioria sendo traída. E oq é pior: aceitam a situação, pela simples dependência imposta à elas.
    É um absurdo ver comentários como este. Vendo tudo que as mulheres sofrem nesta sociedade hipócrita e que ainda falam de Deus como se conhecessem os pensamentos d´Ele.

    Ainda bem que não estou mais inserida neste contexto ridículo e não me importo nem um pouco por saber que exite gente que pensa assim!!
    GLÓRIA A DEUS!!!

  18. LUCIANA disse:

    Ah!! E sou muito bem resolvida sentimentalmente!!

  19. Duarte Henrique disse:

    Caros Bruno e Luciana,

    Fico feliz em ver que ambos participaram, construtivamente, de nosso debate. Isso aqui é um espaço democrático e a dialética é um de seus fundamentos. Vamos aos comentários.
    Caro Bruno, a primeira coisa que devo lhe dizer é que se você não tem culpa nenhuma se, eventualmente, alguma vez na vida já frustrou uma mulher. Talvez você o tenha feito sem querer. Mas querer que uma mulher seja tudo aquilo que você disse, é na verdade assumir o próprio fracasso em ser o modelo de homem que Deus planejou. Sabe por que muitos homens pensam como você e me classificam de “machista”? É porque desse modo é mais fácil negligenciar sua obrigação como “cabeça da mulher” (Ef. 5:23), já leu isso ná bíblia? É mais fácil ignorar sua responsabilidade de ser o provedor de sua casa, e de representar sua família e defendê-la. Não foi isso que Deus disse a Adão? (Gn 3:16-19) está lá, na bíblia que você citou com tanto entusiasmo. É muito fácil pegar a bíblia e a ficar culpando de defazagem cultural. É mais prático afirmar que homens e mulheres tem obrigações iguais, pois dessa forma, se o relacionamento fracassa por um motivo que seria nossa responsabilidade enquanto homens, nós, covardemente, também podemos culpá-las. Em momento algum se afirmou aqui que a mulher é inferior ao homem. Só o que foi dito é que o homem não deve “masculinizar a mulher” como fuga de sua responsabilidade.
    Estimada Luciana, primeiro gostaria de destacar certa leviandade em seu comportamento, uma vez que, segundo você mesma, sequer chegou a ler todo texto, bem como os outros comentários antes de emitir sua opinião. Comportamento típico de quem gosta de fazer juízos precipitados, equivocados. Em segundo lugar, se você por acaso foi magoada por algum homem, que não soube ser homem de verdade, o perdoe, ainda existem alguns por aí. Mas sua indignação é até certo ponto compreensível. Além do mais, pessoas resolvidas não precisam ficar se auto afirmando. Você teve até que escrever outro comentário só para dizer isso, a quem você quer afirmar isso, a nós ou a você mesma?
    Para finalizar (já fui longo) deixo um trecho bíblico, dentre outros que poderiam ser citados, e sequer vou partir para o aspecto religioso, como disse o Bruno, mas que fique tão somente na parte sociológica da coisa: ” E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor, e a tua conceição; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará”. (Gn 3:16) Minha cara, meu conselho é o seguinte, arranje um homem de verdade, porque o domínio de um homem sobre você será inevitável! A não ser que você queira se juntar ao “feliz” grupo das feministas… que não se casam, afinal, casamento é coisa da época da vovó. A moda agora é ser independente. “Beijo na boca é coisa do passado, a moda agora é namorar pelado”.

    PS: Se nós formos fazer esse debate filmado, vocês serão nossos convidados.

    Cordialmente,
    Duarte Henrique

    • Duarte meu amigo…

      Pega leve meu jovem… É só um debate… Não vamos levar para o lado das ofensas nem pessoal. Eu conhecendo você eu imagino que você não levou… Mas aqui no debate pode gerar problemas.

      Lembra que aqui não é possível expressar o tom de voz, expressão corporal e sentimento? Realmente não dá pra aprofundar a este ponto.

      Tá certo que o segundo comentário da Luciana de auto afirmação é meio suspeito, mas não dá para ter certeza qual foi intenção através de um simples comentário… Mas não teria coragem de dizer isso que você escreveu hehehehe Tu é doido é? Pede perdão… Fogiven… hehehe

      Luciana,

      Eu peço perdão pelo Duarte tá?

      Fiquem com Deus

  20. LUCIANA disse:

    Aceito o convite do tal debate filmado!
    Afinal debate é isso: TEM QUE TER ALGUÉM QUE DISCORDE!
    FÁCIL É CONCORDAR COM OQ TODO MUNDO DIZ!!!!
    Fácil é seguir um modelo pronto!!
    E outra: VC PARTIU P OFENSAS OU É IMPRESSÃO MINHA??
    Quem é vc p falar que eu não tenho homem de verdade?
    Vc me conhece?
    Acho q quem não tem uma mulher de verdade é vc!
    Seus comentários são superficiais, preconceituosos e comuns!
    Não acho q casamento é coisa da vovó! Pelo contrário! Tenho ela como exemplo! Ela sim é uma mulher forte que deu a luz a 10 filhos! Q homem q se considera do “sexo forte” aguentaria a dor do parto 10 vezes mais a dor de perder um dos filhos??
    Eu não preciso passar por frustações p saber que existem muitos cavajestes por aí!
    É só abrir os jornais, é só ir na delegacia da mulher, em orfanatos, abrigos infantis. Vc poderia passar por esta experiência algum dia e sair desse seu mundinho tão fechado de casa, trabalho e igreja.

    E msm eu me auto afirmando que sou bem resolvida, vc ainda acha que sou frustada! Eu não ligo a mínima!
    Sei da minha vida e Deus tb sabe! DEle sim eu dependo!! DEle sim eu preciso! E o MEU homem tá muito satsfeito pq ele sim tem uma mulher de verdade!

    • Duarte Henrique disse:

      Cara Luciana,

      Jamais quis lhe ofender, muito menos levar para o lado pessoal, se quer lhe conheço. De qualquer forma, caso a tenho ofendido, não foi essa minha intenção. Mas é importante saber que nem todo mundo pensa como você. De qualquer forma, mais uma vez lhe peço desculpas, e o convite está mantido.

      Abraços.

    • Pessoal,

      Vamos párar por aqui senão eu vou ter que fechar os comentários…

      Luciana,

      Pára um pouco para pensar com a sua afirmação: “FÁCIL É CONCORDAR COM OQ TODO MUNDO DIZ!!!!”

      Já parou para pensar que isso aplica tanto a você quando ao Duarte? O engraçado que o meu amigo está mostrando justamente o contrário. Está discordando com o que todo mundo diz a respeito do Feminismo. Pense bem.

      Acho que você não entendeu o que o Duarte disse a respeito do “homem de verdade”. Eu pediria que você lesse o texto com mais calma para entender a idéia dele. Será que você não entendeu que tudo o que você exemplificou é porque está em faltando “homens de verdade”?

      Duarte meu amigo…

      Escreve logo o artigo sobre os conflitos do universo masculino hehehe

      Outra coisa… Tu tá ficando famoso no twitter hein? A maioria do povo novo que comentou aqui é de lá.

      Né não @dianapellegrini e @marco_macarena? Agradecemos a contribuição de vocês.

      Fiquem com Deus

  21. Lima disse:

    Xef Duarte, o silêncio é bíblico, ” olhe só o Cristo fala: “Este povo me honra com os lábios” (Mt.15.8). As pessoas falam de um Deus que não conhece, pois se o conhecesse se submeteria a sua Palavra. Quem não se submete a outrem é porque não se submete a Cristo. Se eu não submeto a você que convive comigo como vou me submeter, a algo que não vejo? Fique na paz amado.

    • Duarte Henrique disse:

      Grande irmão Lima,

      É assim mesmo. Faz parte da democracia, do conflito de idéias.

      Abraços Fraternos!

  22. Bruno Albuquerque disse:

    Antes de tudo, quero dizer que sua resposta repleta de cinismo, dissimulação e hipocrisia, não me agradou nem um pouco. Sei que nem todos pensam como eu, por isso procurei defender o que acredito de forma racional. Defender um ponto de vista é uma coisa, fazer diversas suposições acerca de quem você sequer conhece é outra. Isso é triste, e de certa forma, paradoxalmente chega a ser engraçado. Eu esperava esse tipo de reação. Mas confesso que fiquei surpeendido com a tentativa de “decifrar” meu histórico de vida e o da outra participante a partir de tão pouco do que falamos. Nada poderia soar tão patético. Até agora eu procuro entender, baseado em que, vc conclui que eu “frustrei alguma mulher”. E mais, não satisfeito, ainda insinua que “fracassei na tentativa de ser o modelo projetado por Deus”. Simplesmente patético.

    Eu quero entender de onde você concluiu que sou negligente quanto a citação do apóstolo Paulo no que tange ao homem como cabeça do lar. Seria capaz de explicar? Por que em meio a tantas contradições, você acaba por tentar explicar algo que eu sequer apontei como errado. Leia todos os comentários antes de falar algo. Cristo é o cabeça da Igreja, e o homem é o cabeça do lar. Não neguei isso em momento. A mulher cristã deve ser submissa àquele que escolheu como esposo. Pois ela o escolheu. Agora a partir daí numa interpretação extensiva, e repleta de erros de hermenêutica e exegese, vir a dizer que uma mulher não pode ser plenamente feliz sem ter um marido para dela cuidar, ou se não possuir os estereótipos de “menininha”, frágil e dependente, é anular ou minimizar o amor de Deus que é superior a todas as demais coisas.

    Você dizer que em momento algum colocou o homem como superior a mulher, revela apenas mais uma de suas contradições. Só o fato de dizer que a mulher não pode ser feliz plenamente sem a presença de um par afetivo, e ainda que o domínio de um homem sobre a outra participante, ser algo inevitável, demonstra o quão insensato você é. E despreparado. Pois escreve um texto sobre feminismo e sequer tem a preocupação de saber o conceito verdadeiro a respeito desse movimento. Então quero te fazer um favor:

    feminismo
    s. m.
    Sistema dos que preconizam a ampliação legal dos direitos civis e políticos da mulher ou a igualdade dos direitos dela aos do homem.

    O Feminismo trata a respeito de direitos iguais para homens e mulheres. Não tem nada a ver com fragilidade, romantismo, características erroneamente atribuídas à feminilidade. Ser feminina, é ser fêmea. O que passa disso é mero erro de semântica. Atribuir a uma palavra coisas que ela não representa verdadeiramente.

    Eu bem que deveria fazer um descrição sua a partir de seus textos. Mas fique tranquilo por que prefiro comentar apenas sua tese machista e repleta de ambiguidades. Prefiro falar apenas sobre o que você escreveu, e não sobre o que você disse acerca de si mesmo, pois se eu o fizesse, seria maldade. E antes de escrever para um homem, pense! Você deve estar acostumado a lidar com gente de mente anulada pelos enganos que vocês impõem. Eu graças a Deus sou livre disso.

    • Duarte Henrique disse:

      Por amor ao nível de um bom debate, me abstenho…

      Passar bem,

      Duarte Henrique.

    • Karol disse:

      Bruno,

      Vc tem o direito de deixar SUA opinião… mas achei esse seu comentário desnecessário!!

      Como cristão seria bem legal respeitar a todos, inclusive aquele que tenha uma opinião diferente da sua!!

      O último parágrafo, nem merece ser comentado…

      • Karoliny Buhcool disse:

        Concordo com a karol, mas, acho que o relator deveria pensar da mesma forma.
        (Esse é um comentário pacífico)

        “Como cristão seria bem legal respeitar a todos, inclusive aquele que tenha uma opinião diferente da sua”

        E com essa frase célebre encerramos o “debate”.(discussão) hehehe

    • Pessoal,

      Como podem ver, os comentários aqui não são moderados.
      Isso é sim é uma democracia mas vamos ter bom senso na hora de comentar.

      Eu queria ver mais mulheres falando sobre o feminismo.

      Saiam da Toca Meninas!!!

      Fuisss

  23. Beleza Galera,

    Eu diria que nem o Bruno, nem o Duarte, nem eu teria como ter o conceito exato do Feminismo. Buscar no Wikipedia é besteira. Até lá o pessoal põe o que quer. Eu achei o conceito dado pelo Bruno muito superficial… vai muito mais além.

    Vamos tentar ver a questão feminista de zoom mais distante. Vamos nos distanciar um pouco mais deste debate.

    Imaginem aí o quantas aberrações que existem aí afora a respeito do feminismo que nós não sabemos e estamos aqui batendo boca atoa.

    O Feminismo está ligado também a direitos de aborto vocês sabiam? Quero ver uma feminista apoiar um homem; Mas vocês verão apoiar o homossexualismo e o lebianismo.

    Por causa do feminismo as mulheres na europa não querem mais se casar nem constituir famílias. Enquanto isso o Islamismo cresce de forma absurda por lá. Porque será?

    Leiam o artigo abaixo e depois, se quiserem voltem para comentar:

    http://juliosevero.blogspot.com/2008/08/as-mulheres-e-o-futuro-da-humanidade.html

    Proponho o seguinte. Vamos ver uma literatura feminista por aí. Alguém conhece?

    Que tal lermos um livro de uma ex-feminista?

    Chama-se “De volta ao Lar”.

    http://www.edicoescristas.com.br/produto.php?vitrine=262

    É possível baixar o PDF do livro aqui: (desculpem aí a pirataria hehehe)

    http://www.jesussite.com.br/download/DeVoltaAoLar_PDF.zip

    Vamos tentar suportar uns aos outros e tentar levar um debate saudável. Nada de suposições por favor.

    Vamos nos preocupar em não dar o último empurrão para os que estão prestes a saltar de um precipício. Entenderam o quer que eu desenhe (heheheh pense na arrogância)?

    Estes debates é para nos enriquecer. Temos que ter maturidade.

    Eu fico imaginando se trouxermos assuntos relacionados a aborto ou homossexualismo. Acho que vai sair morte hehehehe

    Fuisss… Espero ter contribuido.

  24. Duarte Henrique disse:

    Mestre Dário,

    Só sei de uma coisa, dependendo das curcusntâncias, a gente monta um ringue, e vamos nas regras do UFC, três rounds de 5 minutos, só parando quando alguém bater ou “apagar”. Só não vale luta de homem contra mulher… elas são mais frágeis, seria covardia… ai, ai, eu não me aguento… uhuhuhuhuhu. No tocante ao debate, apesar dos pesares, o nível ainda está aceitável. É que questões como essa, além de outras como as que você colocou (e podem gerar futuros posts), despertam muita paixão e, consequentemente, discussões um pouco mais acaloradas, às vezes tendendo para o lado pessoal mesmo. No mais, espero, como sempre, não ofender nínguem, mas caso isso tenha acontecido, vão desculpando. Por fim, tudo que você falou no texto é realmente uma consequêncioa lógica desse movimento, qualquer pessoa que já tenha lido um pouco sobre o assunto, com sinceridade, sabe que é nisso que a coisa vai desaguar mesmo.

    Abraços, e obrigado pelos alertas!

  25. Lima disse:

    Irmaos Duarte e Dário, este blog presumidamente é de discussão cristã, portanto qualquer parâmetro como decisão final têm que ser a Bíblia, os pensamentos sociologicas, dicionários e minhas visões particulares são submetidas a ela, visto que os cristãos tem como sua única regra de fé e prática. Divergir em detalhes é salutar, mas no essencial indica o quanto sou auto-suficiente. Irmãos determinadas divagações não merecem réplica. O apóstolo Paulo sempre se abstinha de debates tolos. Xef, os relativista chuista estão em busca de se afirmarem, deixem que eles venham com suas elocubrações e vá com a Bíblia ela sempre transcedeu todas a culturas, ou seja, ela é a contra-cultura. Um abraço fraternal.

  26. Lima disse:

    Dario, que beleza!!!

    A sua indicação do blog do Julio foi 10!, visto que o mesmo está sendo perseguido justamente por se opor, ao (Homossesualismos, aborto, feminismo e tantos outros assuntos que transgride a Bíblia).

    A sua indicação do livro “de Volta ao Lar”, é muito bom, muito boa a sua indicação, saiu um támbém recente do Wayne Grunden “Combatento o Feminismo Cristão” Ed. Cultura Cristã.
    Valeu!

  27. Jair Junior disse:

    O conceito que o bruno Expos no penultimo parágrafo, a respeito do conceito de feminismo esta correto.

    ”O Feminismo trata a respeito de direitos iguais para homens e mulheres. Não tem nada a ver com fragilidade, romantismo, características erroneamente atribuídas à feminilidade. Ser feminina, é ser fêmea. O que passa disso é mero erro de semântica. Atribuir a uma palavra coisas que ela não representa verdadeiramente.”

    o problema é que as pessoas confundem mesmo isso, assim como o autor do texto confundiu.

  28. Duarte Henrique disse:

    Vejo que o presente post já gerou boa discussões, algumas mais moderadas, outras mais acaloradas, e provavelmente já esteja caminhado para seu fim. Todavia, os motivos que me trazem aqui são outros. O primeiro é deixar bem claro que, desde o início, nunca disse que feminismo tem nada a ver com romantismo, fragilidade etc. O que eu disse é que, para mim, esse movimento se opõe a todos esses valores. É um confronto entre realismo (feminismo) e romantismo (feminilidade). O segundo motivo é que QUERO EXPRESSAMENTE ME RETRATAR DE COMENTÁRIOS DESNECESSÁRIOS QUE EU FIZ EM RELAÇÃO AO BRUNO E A LUCIANA EM OUTRO POST. MUITO EMBORA NÃO CONCORDE COM ELES, NO CALOR DAS DISCUSSÕES, MEUS COMENTÁRIOS SE TORNARAM, EM BOA PARTE, DESNECESSÁRIOS E GRATUITOS. MANTENHO O PONTO DE VISTA, MAS PEÇO PERDÃO PELO EXCESSO DESNECESSÁRIO. Reconheço que errei sem nenhuma vergonha, pois é como disse Spurgeon certa vez”Reconhecer que estávamos errados ontem, é admitir que estamos um pouco mais sábios hoje”.

    Abraços,

    Duarte Henrique.

    • Duarte,

      O pessoal tá falando de feminilidade e não de feminismo…

      O pessoal tá afirmando que o a feminilidade não tem a ver com romantismo e fragilidade… É o que você afirma.

      Aonde tá esse conceito de feminilidade? Até eu fiquei confuso nessa hora.

      Valeus

  29. Rômulo de Barros disse:

    Falar sobre as mudanças sociológicas do comportamento feminino e dizer que isso é estranho ao feminismo é usar um pretexto para fugir do contexto.

    Boa discussão! Sabia que geraria essa polêmica, vamos só desarmar os espíritos para o próximo round! hehehe…

    Parabéns à Thayse, Cristiane. Karoliny, Karol, Luciana, mulheres de fibra que comentaram aqui! Para mim as melhores opiniões vieram delas, com toda a sinceridade!

  30. Duarte Henrique disse:

    Não Dário,

    O que estão dizendo é que eu associei feminismo à romantismo e fragilidade, coisa que realmente não tem na da a ver. Veja os comentários acima e perceberá isso. Feminismo é diferente de feminilidade. Feminilidade é igual = Fragilidade e Romantismo. E tem mais, o romantismo a que me refiro não é o romantismo piegas, esse de dupla sertaneja e novelinha das oito, acho que estão confundindo. O romantismo a que me refiro é o movimento político-filosófico surgido na Alemanhã no final do século XVIII. Uma coisa é FEMINISMO, OUTRA É FEMINILIDADE. A CAPITU DO MACHADO DE ASSIS É FEMINISTA, A CHARLOTTE DO GOETHE É FEMININA.

    Abraços.

  31. Maldita língua portuguesa…

    As duas primeiras frases que o Jair utilizou do Bruno Alburquerque dá duplo sentido e é aí que está me confundindo.

    Eu to enganado mas na segunda frase da afirmação abaixo ele diz que romantismo e fragilidade não é uma atribuição da feminilidade?

    ”O Feminismo trata a respeito de direitos iguais para homens e mulheres. Não tem nada a ver com fragilidade, romantismo, características erroneamente atribuídas à feminilidade.”

    Viu como está confuso esta afirmação? A primeira está ok. Definição superficial de feminismo.

    A segunda que está complicada. “Não tem nada a ver com fragilidade, romantismo, …” Ele está se referenciando a quê? Feminismo ou Feminilidade?

    Continuando: “características erroneamente atribuídas à feminilidade”… Romantismo e fragilidade é o que então PelaMordeDeus?

    Viu a confusão?

    Eu to entendendo que o Bruno (apoiado pelo Jair Junior) não concorda que o romantismo e a fragilidade é uma característica da feminilidade.

    Fuisss

  32. jéssica(ESTEVAM) disse:

    Eu concordo plenalmente com a CRIS!
    De que adianta fazermos a nossa parte sendo que muitos homens não fazem a parte deles!
    A questão não é só questionar a “submissão” da mulher , mas cabe aos homens refletirem sobre o “amor” incondicional do Homem para com a Mulher!
    Assim como Cristo ama a sua IGREJA!

  33. Roberto disse:

    Turma, colocar ordem nessa discussão é uma tarefa que precisa considerar o tempo e o espaço (contexto). Como não sou estudioso do assunto, vou me limitar a contribuir.
    Em algum momento da história a mulher não podia votar, não podia trabalhar, não podia fazer uma série de coisas que comprometiam a própria sustentação dela quando viúva. Isso pode ser constatado em diferentes épocas e sociedades, inclusive hoje nos meios religiosos mais xiitas. Nesse contexto é difícil apoiar o feminismo? A igualdade de direitos? Não creio. Veja o livro de Atos e a instituição dos diáconos. É um problema que a igreja tratou no passado e a igreja moderna não pode ignorar; e a solução moderna não seria criar um serviço social senão capacitar a mulher para cuidar-se, cabe a ela escolher, e essa escolha me parece fascinante.
    Sobre a igualdade de direitos, a mulher podia falar na igreja, profetizar, já tivemos até juízas no VT, mas o que aconteceu em Corinto é que a mulher passou a questionar o marido em público, o que é no mínimo deselegante, hoje não só com a mulher, mas entre membros de uma mesma família, quem dirá entre cônjuges naquela época. Nesse ítem não cabe extrapolação.
    Nesse mundo que nos é contemporâneo, feminismo já não diz mais respeito à igualdade já consolidada nas democracias mas extrapola a igualdade e desaba em assuntos como respeito a vida, comportamentos antissociais, artificiais e relativizados, generalizações infundadas… É preciso pensar nas mulheres que são oprimidas hoje fora das democracias e do mundo globalizado, essas precisam da libertação feminista, mas há mulheres livres que parecem ter se tornado malucas insaciáveis. Chamem como quiser, falta mesmo é o amor que Cristo bem nos ensinou e assim, se é para livrar as mulheres de alguma opressão, talvez eu advogue algo que possa soar como o homem feminista. Mas fosse para apoiar devaneios falaciosos de mentes urbanas inconseqüentes, eu o repudio.

  34. […] eu, ainda que o autor não pareça ser cristão, ao menos ortodoxo. Para quem achou que meu texto foi radical… Esperamos que aproveitem futuros […]

  35. camila disse:

    É o mais machista de corpo e alma que já ví.

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