Liturgia 2.0, Qual Sua Sugestão?

Publicado: 19/05/2010 por Duarte Henrique em Avisos, Devocionais, Notícias
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Saudações meus amigos!

O objetivo desse post é iniciar um diálogo sobre um assunto importantíssimo: Liturgia. Esse debate surgiu num outro blog, e resolvi trazê-lo pra cá. O texto é apenas tópico. Dê sua sugestão: O que você acha que poderia ser feito para melhorar nossa liturgia? Dou minha mão a palmatória, e começo me penitenciando, uma vez que tive a oportunidade de dirigir um culto da MP esse ano.

A questão é que, de um modo geral, poderíamos melhorar bastante a liturgia de nossos cultos. Não estou dizendo que esteja ruim, mas com certeza pode melhorar. Se formos parar pra pensar, nossos cultos já têm um “cronograma” prévio que frequentemente se repete: Oração inicial, hinos da harpa, equipe de louvor, saudação, conjuntos e 15 minutos de “pregação”. Algumas Assembléias de Deus variam a ordem, mas os elementos são sempre os mesmos. Sem contar que durante boa parte do tempo, ao longo das “apresentações”, alguns obreiros conversam no púlpito, outras pessoas transitam pelo templo, algumas crianças correm lá fora, e na nave o burburinho é constante.

Bom, isso me leva a questionar algumas coisas. Será que ir aos cultos não se tornou uma obrigação pra muita gente? Por outro lado, será que nossos cultos são realmente atraentes? O comportamento das pessoas insatisfeitas revela frieza espiritual ou é apenas uma reação a rotina litúrgica pela qual todos somos responsáveis?

Penso que estejamos vivendo uma época em que certos cânones de nossa ortodoxia ritualística devem ser repensados. O evangelho nunca foi contrário a adaptação da forma, mas sim do conteúdo. Creio que a revisão da liturgia não seja uma deturpação da ortodoxia, mas sim uma necessidade hodierna. O “sistema” de sentar de costas uns para os outros nos bancos e participar, como platéia, de algo que muitas vezes lembra uma apresentação musical intercalada por breves discursos está desgastado, para não dizer obsoleto. Pode ter dado certo no passado, e pode ser que no futuro seja novamente útil, mas atualmente precisa ser repensado. Acredito que comunidades que restrinjam suas liturgias a “meras apresentações” estejam correndo sérios riscos institucionais. Até mesmo a igreja Católico-Romana, tão fiel às suas tradições, percebeu que se não adotasse uma postura mais realista no tocante a liturgia (vide movimento carísmatico, Padre Marcelo, Fábio de Melo Etc.), acabaria por perder todos os seus membros para outras igrejas. Não penso nem que devamos revolucionar nossos cultos, muito menos avacalhar tudo, como fazem algumas comunidades cristãs hoje em dia buscando transformar seus cultos em verdadeiros shows, atraentes pela forma, e não pelo conteúdo.

Penso que aspectos triviais, tais como organização prévia, uma ordem do culto e um tema central sejam condições indispensáveis a realização de um culto com um mínimo de racionalidade. Já vi muita gente criticando, por exemplo, a adoção de uma “ordem do culto” (programação impressa), sob o argumento de que isso engessa a reunião, ou inibi a operação do Espírito Santo. Mas será que organização realmente atrapalha o agir do Espírito Santo? Será que a escolha de um tema que norteie todos os momentos da celebração irá impedir o “agir de Deus”? A resposta é, peremptoriamente, negativa. Não podemos justificar nossa desorganização com esse argumento. Um culto com conteúdo requer organização prévia, isso é fato.

O horário é outra coisa que poderia ser revista. Aliás, no site oficial da nossa igreja http://www.adtag.com.br/ o resultado da enquete sobre o horário do culto é claro ao mostrar que 44% das pessoas que responderam gostariam que o culto se realizasse das 19:00 às 21:00h. 34% gostariam que fosse das 18:00 às 20:00. Apenas 18% gostariam que o horário fosse o atual. Tem alguma coisa errada. Não seria o caso de montarmos uma comissão e apresentarmos o resultado a direção da igreja? Ou será que a enquete é só para “preencher” espaço no site?

Minha mãe diz que já houve épocas em nossa igreja em que o dirigente iniciava o culto e começava a fazer tudo acontecer na hora, dizendo que assim o Espírito tinha mais liberdade. Graças a Deus superamos essa fase. Mas ainda temos muito a fazer. Alguns estudiosos do tema chegam mesmo a propor modelos “alternativos” de liturgia, cuja descrição deixo pra outra hora. Agora, uma coisa é fato: precisamos melhorar. Muitas vezes nossas reuniões não passam de mera virtualidade cristã. Tudo bem que nossa congregação é grande, o que difuculta trabalhos diferentes  etc. Mas será que esse argumento sempre anulará qualquer tentativa de melhora? Viveremos para sempre numa comunidade fisicamente virtual?

E você, o que acha?

Abraços!

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comentários
  1. Paz e graça Duarte,

    Não congrego com os irmãos, mas no passado já congreguei, fui batizado na Sede, passei um bom tempo com os assembleianos. Peço licença para dizer algo, talvez sirva. Certo do que falo, digo que o maior erro de uma congregação é negligênciar o período da Palavra, 15 minuntos para o momento da pregação (isso quando de fato pregam o evangelho nestes 15 minutos), mostra o quanto a liturgia deve mudar.

    Muitos tem o congregar como tradição, como encontro social, e se a motivação do congregar não é unicamente o Cristo, que fiquemos em casa com o Fantástico, o Gugu, ou até mesmo o Pânico. A Igreja se reune para adorar ao Cordeiro, fazer Dele o centro do culto, não esperando que o culto seja atrativo, mas buscando oferecer a Deus um culto racional, no espírito, um espírito quebrantado e prostrado diante dele.

    A Palavra de Deus deve ter o primeiro lugar, o maior tempo, e deve ser dita como ela é. É triste a um lugar e muitas das vezes ouvir um pregador já com seus 50 anos de caminhada contando seus atos “heróicos” do passado, ele deveria voltar um pouco no caminho e encontrar o evangelho que ele deixou para trás, se é que um dia o teve realmente.

    Irmão Duarte, pelo menos do que vejo no blog, pois não convivo contigo, você demonstra ser alguém que busca a verdade, alguém que sabe que as coisas não andam como deveriam estar andando, conforme as Escrituras. Digo como irmão, como alguém que ama o evangelho e ama a Igreja:

    Ame a palavra, pregue a Palavra, aproveite a oportunidade que tem, se não lhe dão espaço para fazer algo com toda a Igreja, faça com os jovens. Promova uma busca intensa pela verdade, uma busca por viver de fato a vida da Igreja, não como mera organização, mas como um organismo vivo. A verdade é uma só, o Cristo de Deus, e enquanto a igreja tolerar a afirmação de que “cada igreja tem sua doutrina” continuará sendo essa Babel, essa confusão sem fim. Lute pela verdade, sofra pela verdade, diga somente a verdade, pois assim foram os primeiros cristãos.

    ” Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligência acerca da salvação comum, tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos.” Judas 3

    Paz e graça seja contigo.

    Jesus Cristo é o Senhor!

    Thiago N. Fonseca

  2. Rômulo de Barros disse:

    Cara, essa questão de sentarmos de costas para as pessoas é interessante: símbolo de ausência de comunidade. É a ilustração real e causa primeira do fato de inúmeros cidadãos passarem pela igreja e não se tornarem conhecidos por ninguém. Acho que, como primazia, a liturgia deve garantir a comunhão das pessoas.

    Para mim, antes de tudo, o relacionamento com DEUS requer o bom relacionamento com os homens.

    Como o Thiago falou, a palavra é importante, mas eu, mero ignorante, vejo tanto despreparo em quem tem a vez. Sinto falta de homens sábios e tementes com sermões que demonstrem profundidade e estudo. Há alguns, ok!?

    Podia falar de mais coisas aqui, mas as raposas sempre saem dos seus covis e bramam como leão buscando jovens para tragar…

  3. Milena disse:

    Concordo com vcs q já responderam, apenas quero deixar um lembrete: EM TESE, o período destinado à palavra nos nossos cultos não é de 15 minutos. Acontece que os dirigentes (de praticamente todos os cultos) vão dando tanta oportunidade p o louvor que acabam tomando o tempo da pregaçao. Outra coisa que também acontece as vezes é uma pessoa receber oportunidade e acabar se empolgando, tomando o tempo precioso da palavra.

  4. Roberto disse:

    “Por outro lado, será que nossos cultos são realmente atraentes?” O dia que o culto for atraente e essa for a principal motivação dos crentes irem a igreja eu terei certeza de que saímos do caminho de vez e que é a hora de sair e jogar a toalha: se o culto for o mais importante voltamos à idolatria, deixamos de nos servir da água viva para adorar o poço.
    A liturgia deve ser integral, deixando espaço para o culto racional, que é individual, e as emoções de cada pessoa, que se manifestam em grupo (quer queira, quer não), respeitadas como devem ser todas as manifestações humanas desde que não haja na Escritura direcionamento contrário.
    O culto show, não fosse a misericórdia e o agir do Espírito fora dele, seria inerte, entretenimento “santo”, folia gospel, jogos de video game que uma vez terminados ficam no canto empoeirando ou são passados para frente.

    • Duarte Henrique disse:

      Fala Dr. Roberto!

      Robertão, penso que concordemos num ponto: A liturgia precisa ser repensada, estou errado? Quando eu fiz essa pergunta, de modo algum quis substituir a forma pelo conteúdo. Contudo, convenhamos, o ambiente, a preparação do culto e a qualidade dos eventos que acontecem na reunião são importantes, ou não? O culto é sempre pessoal, e deve ser prestado constantemente no dia a dia. Entretanto, quando nos reunimos para celebração de um culto coletivo, toda subjetividade deve acabar. Por isso Paulo recomendou aos coríntios que quem fosse falar em línguas durante o culto, caso não soubesse interpretá-las, ficasse “quetinho” nos seu canto falando só com Deus, pois não haveria edificação coletiva: “E, se alguém falar em língua desconhecida, faça-se isso por dois, ou quando muito três, e por sua vez, e haja intérprete. Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja, e fale consigo mesmo, e com Deus” I Co 14: 27-28. O culto deve fazer sentido para toda coletividade. Minhas peculiaridades espirituais devem fazer parte do meu culto subjetivo em casa, no trabalho, no banheiro, na fauldade etc. Nesses lugares eu faço o que quiser como forma de culto: canto, danço, pulo, falo em línguas, dou mortal pra trás etc. Entretanto, quando nos reunimos, tudo deve ser feito com decência e ORDEM. É essa última que, a meu ver, tem deixado a desejar…

      Abraços meu caro Lúcio!

      • Roberto disse:

        Agora estamos caminhando. Nisso realmente concordamos. De volta ao título do blog : )
        Acho que nunca ouvi em outros púlpitos a expressão “Tem alguém aí que quer cantar ou testemunhar?” Essa fórmula era bem mais comum, e hoje foi suplantada pelas 1093840198230495 oportunidades dadas aos grupos que acabaram se formando. Outras coisas como a intercessão em raras oportunidades são lembradas e os testemunhos, tão raramente quanto, os ouvimos. Se hemos de apresentar sugestões, creio que na pauta imediata falta isso: intercessão e testemunhos com nome e endereço, ou seja, não aqueles que surgem na hora, mas conhecidos pelo menos do dirigente. Outros elementos para aprimorar seriam momentos para reflexão sobre a palavra conduzidos pelo preletor para a igreja inteira, não só para os prováveis novos manifestos e alguma forma de comunhão são outras boas pedidas. Não vejo como é possível haver comunhão no culto radiodifusão, com emissores e ouvintes, sem a participação dos ouvintes e sem poder conversar com quem está do lado sem que o diácono mais próximo (se é que isso ainda acontece) lhe chame a atenção.
        (Lúcio ora pelo grande líder para que ele se converta hehehe)

  5. Guga Bass disse:

    Penso no avançar sempre e retroceder jamais… acredito sim que devamos melhorar nossa maneira de pensar, questionar ou nos relacionar em nossas reuniões para obtenção de uma boa execução liturgica em nossos cultos. Por outro lado creio que isso deva, começar de cima para baixo, ou seja, do Pr. Presidente ao membro comum participante dos cultos. E de baixo pra cima, porque não?

    Como a maioria sabe, eu faço parte do corpo de musicos da igreja, faço pouco mas tento fazer da melhor maneira possível (posso aqui estar entrando em outro assunto) mas um dentre vários motivos que me fez buscar a musica e aprender a tocar um instrumento é que me cansa pensar ser “um mero crente de banco” divido essa culpa meio a meio, ou seja, igreja e membro. Acredito piamente que a forma liturgica influência em nossas atitudes junto ao nosso relacionamento com Deus, mas como ja disse a pouco, acho que isso é outra historia.

    E porque ao invés de alterar não buscamos transformar a liturgia? Uma das maneiras para isso, no meu humilde entender, transformar nossa liturgia seria, porque não, realizar experiências do tipo:
    1- pregaçao antes ou entre o louvor e apresentações dos grupos (e isso pode ser excepcionalmente em algum culto);
    2- criar um grupo específico de preparação de cultos (além de ouvir sugestões de outros pessoas fora deste grupo);
    3- Feedback pós culto (isso já acontece em nosso meio mais de maneira muito comum)

    Podemos e devemos pensar nesse assunto com carinho… pois já perdemos muitos membros para o mundo nesse quesito…. to com pressa, amanha tento escrever mais…

    fui e a paz

  6. Rômulo de Barros disse:

    Deixem-me colocar uma coisa em pauta: a liberdade das oportunidades! Vou até ser contraditório em relação ao que disse anteriormente, mas a vida é assim, rs…

    O Dom Roberto falou sobre franquear oportunidades às pessoas para testemunhos etc. Amigos, num culto com toda a comunidade da igreja presente (tipo domingo), acho bom o sistema tradicional de algumas igrejas que conheço: existe uma comissão que avalia o conteúdo do que será ministrado no culto, e quem ministrará – sejam palavras, canções, testemunhos. E por quê? Para racionalizar e deixar as reuniões com ordem, para evitar escândalos etc.

    O que vocês acham? É temerário dar livre acesso à tribuna? Ou devemos dar mesmo liberdade de expressão, independentemente do que for? Para a liberdade ampla não seriam mais interessantes as reuniões com fragmentos da comunidade (culto familiar – célula)?

    Abraços, hermanos!

    • Roberto disse:

      Dom Romulo! Na graça, eu espero :)
      Quando se fala em franquear a oportunidade arbitrariamente eu fico com os cabelos em pé! Sou favorável a franquear em outras reuniões privativas da igreja, mas num culto público (ou de portas abertas) eu acho muitíssimo arriscado. Nas reuniões privativas da igreja não tem problema, já que todos são membros do mesmo corpo e precisam crescer em comunhão; na reunião pública acho é imprudente.

  7. Cristiane Novais disse:

    O problema é que formos criados (pelo menos a grande maioria dos bleianos) em uma cultura, na qual associa culto barulhento e desorganizado à igreja avivada,em contra partida,associa culto sereno e organizado à frieza espiritual.Então caro Duarte,a primeira etapa do progresso é desmitificar essa associação, que no meu ponto de vista é equivocada.Abraços.

  8. Duarte Henrique disse:

    Cara Cristiane,

    Concordo plenamente com você. Eu iria além… mas prefiro ficar por aqui.

    Beijos, e manda um abraço para o seu namorado, aquele cara é demais, se eu fosse mulher com certeza iria tomá-lo de você.

    Beijos de novo!

  9. Lima disse:

    O culto cristão contemporâneo é motivado e julgado por padrões diversos: seu valor de entretenimento, seu suposto apelo evangélico, sua fascinação estética, até mesmo, talvez seu rendimento econômico. A herença litúrgica Reformada nos recorda a convicçãode que, acima de tudo, o culto deve servir para o louvor do Deus vivo.
    O novo método de culto hoje, consiste em incorporar o mundo à igreja e, deste modo, incluir grandes áreas em seu limites. Por meio de apresentações dranatizadas, os pstores fazem com que as casas de orações se assemelhem a teatro; transformam o culto em shows musicais e sermões, em arengas políticas ou ensaios filosoficos e sociologicos. Na verdade, eles transformam a casa de oração em teatro e os servos de Deus, em atores cujo objetivo é entreter os homens. Não é verdade que o Dia do Senhor está se tornando, cada vez mais, um dia de recreação e de ociosidade; e a Casa do Senhor, em um templo pagão cheio de ídolos ou um clube social onde existe mais entusiasmo por divertimento do que zelo de Deus?
    Devemos prestar um culto agradável a Deus, com reverência e santo temor (Hb.12.28; 13.16). No culto público não há lugar para frivolidade e superficialidade. Nós, pecadores, estamos, por graça, diante do Majestoso Senhor da Glória em Adoração.
    O tipo de Deus que agrada à maioria das pessoas hoje teria uma disposição fácil quanto à tolerência de nossas ofensas. Ele seria amável, gentil, acomodatício, e não possuiria nenhuma reação violenta. Infelizmente, a igreja perdeu a visão da majestade de Deus. Há tanta superficialidade e frivolidade entre nós. Os profetas e os salmistas provavelmente diriam de nós que não temos o temos de Deus perante nossos olhos. Na adoração pública nosso hábito é sentarmos de qualquer modo; não ajoelhamos hoje em dia, muito menos nos prostramos em humildade na presença de Deus. é mais provavel que batamos palmas de alegria do que nos enrubesçamos de vergonha ou lágrimas. Vamos a presença de Deus a fim de reivindicar seu patrocinio e amizade.
    O nosso Pai é Justo (Jo.17.25) Ele não é alguém que possamos subornar com “corinhos, hinos que parecem com mantras e oferendas”. A confissão de sua Palavra sem uma vida que se coadune com seus ensinamentos é uma abominação a Ele (Sl.24.1-6; 40.7-9; 50.14,16-22; 51.16,17; Os.6.6; 1Sm.15.22).
    A nossa adoração não têm nenhum vlor intrínseco; por mais belo e harmonioso que seja nosso culto, se não proceder de um coração contrito diante de Deus, de dana adiantará; Deus dele não se agradará. Que o nosso Deus tenha misericórdia de nós.

  10. Lima disse:

    Correção: onde digo temos e repito temos ler-se “TEMOR”.

  11. fabricio disse:

    Antes de cada pregaçao deveria o pastor incubido de levar a palavra ser obrigado a entregar o esboço(quem estudou e se preparou terá um) da pregação, a um pastor responsável que avaliará o conteúdo. Meu ouvido não merece tanta abobrinha sinceramente!

  12. Rômulo de Barros disse:

    Mestre Duarte, cutuca o seu pai (Mestre-mor) aí sobre o artigo que pedi a ele por e-mail!

    Abraço!

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