Tolerância Zero, Perdi a Paciência…

Publicado: 15/06/2011 por Duarte Henrique em Devocionais, Reflexão
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Saudações amigos! Espero que estejam bem.

Se você é sensível ou “puritano”, não leia o texto a seguir. É só um conselho. Se for fariseu, também não, pois certamente criticará meu cristianismo.

Quem me conhece sabe que sempre fui uma pessoa dialética e muito tolerante. Contudo, devo confessar que nos últimos dias essa questão em torno da decisão do Supremo sobre união estável entre casais homossexuais, a questão da alegada “homofobia”, do apoio descarado da mídia a essa causa etc, conseguiu me tornar uma pessoa intolerante. Pois é, ao menos comigo, esses gays deram um “tiro no pé”.

Como disse, sempre fui tolerante, inclusive em relação à questão dos homossexuais. Todavia, o crescente descaramento e a constante “torração de paciência” que esse pessoal vem infligindo sobre a sociedade conseguiram me transformar num cara intolerante. Como sempre defendi, uma coisa é o cara possuir sua homossexualidade, mas admitir que isso não seja o ideal, e nem exigir que todo mundo aceite isso como normal. Esses sempre merecerão meu respeito. Entretanto, outra coisa bem diferente é o sujeito tentar inculcar isso na cabeça das pessoas a todo custo, com ameaças e tudo mais, inclusive com aprovação de “leis da mordaça” e de “kit gay” nas escolas. Aí não dá.

Pois bem, a partir de agora esse grupo encontrará em mim um ser truculento e intolerante! Vocês têm que entender que o homossexualismo não é normal! Quer me chamar de fundamentalista? I don´t give a damn! Quem diz isso é a própria natureza, não sou eu! Me diga, pode nascer alguma coisa de uma relação homossexual? Então pronto! A própria natureza impõe sua sanção! E tem mais! A relação sexual entre dois homens sequer pode ser considerada relação sexual, pois o ânus não é órgão sexual! Ou seja, homossexuais sequer tem relação sexual! Mesmo as lésbicas precisam sempre de apetrechos sexuais ou mesmo do dedo uma da outra para obter prazer, pois seus corpos não se bastam! 

Além do mais, nunca conheci nenhum “homossexual” que não tenha sofrido algum abuso na infância, ou que tenha recebido uma criação monoparental equivocada, onde o referencial masculino tenha sido a mãe, ou o feminino o pai. No caso das mulheres ainda tem um agravante, pois algumas optam por essa via por terem se frustrado com os homens, ou simplesmente por terem sido rejeitadas. Nada justifica. Os abusos na infância são reprováveis e absurdos, mas isso demonstra que o desenvolvimento da homossexualidade é um desvio da sexualidade. Se não é assim, então tudo é válido: pedofilia, necrofilia, zoofilia etc. A natureza tem seu padrão amigo: homem e mulher, o resto é outra história, menos família.

Aliás, a decisão do Supremo Tribunal Federal foi jurídica. Ora, juridicamente, se eu quiser posso declarar que existe união estável entre um homem e um cavalo! O direito positivo, supostamente no qual o STF baseou sua decisão, é uma criação humana! O direito natural, muito superior ao positivo, estabelece que o certo é homem e mulher! Estou me lixando para decisão do STF! FAMÍLIA SÓ EXISTE ENTRE HOMEM E MULHER!

Vocês são muito hipócritas ao criticar os cristãos, chamando-os de intolerantes e etc. Pois é, eu queria então que nós fossemos uma república islâmica, pois aí sim vocês veriam o que é intolerância. Iriam todos para a forca! Agradeçam pelos cristãos bando de inconsequentes!

Se algum dia piorarem ainda mais a situação e aprovarem o casamento entre vocês, faço questão de jamais comparecer a um circo de horrores desse.

E nem apelem para o meu cristianismo como forma de me constranger, com expressões “Que cristão é esse que fala de amor, mas na hora de respeitar o amor…” ou “cadê o amor de Deus?” etc. Vocês são muito espúrios, pois na hora de criticar vocês dizem que o cristianismo e a bíblia são fundamentalistas, mas na hora de exigir respeito apelam para seu lado amoroso. Pois bem, me façam um favor. Peguem esse cristianismo que vocês criaram e vão para o inferno com ele!

O que me tranqüiliza é saber que mesmo quando um dia vocês conquistarem seus direitos civis completamente, frutos do direito positivo, podendo se casar e, até me arrepio em pensar em tal aberração, puderem adotar crianças, que certamente serão sequeladas, a natureza estará ao lado de pessoas como eu, reprovando veementemente esse comportamento abjeto, baseada no DIREITO NATURAL.

E tem mais, eu também sou “homoafeitvo”, pois amo meu pai, meus irmãos e meus amigos do sexo masculino. Não vamos confundir os termos! Afetividade não tem nada a ver com sexo! Vocês são homossexuais! Homoafetivo todo mundo é! Mas vocês precisam de “relação sexual” (na verdade não é uma relação sexual) com pessoas do mesmo sexo! Estou errado?

Abraços!

comentários
  1. Mayra disse:

    Não esta errado nao, Duarte.
    Concordo em genero, número e grau.
    Essa pouca vergonha esta passando do limite. Sinto que quem nao esta sendo respeitada, sou eu. Quer dizer que agora tenho que aceitar essa questao e se nao aceittar sou homofobica? NÃO. Agora quem passa a sofrer preconceito sou eu. Uma coisa é voce amar seu proximo(como sempre e foco em discursoes) outra coisa e voce condidizer com o que ele faz.
    Abraço!

  2. Caracas… Senti o Duarte nervosíssimo heheheheh Vou esperar a galera comentar mais para entrar no debate.

    Agora prepare-se para as pedradas se esse artigo cair nas mãos de um ativista homossexual… Prepara-se…

    Valeus

  3. Josué Flausino disse:

    ;)

  4. Milena disse:

    Nossa, nunca vi o Duarte tão nervoso, rsrsrs
    Sei lá, depois de conviver com tantos homossexuais acho que desenvolvi uma tolerância a certas coisas. Continuo discordando da prática, mas existem pontos sobre os quais não tenho mais opinião formada, como a adoção, por exemplo. Se as igrejas cuidassem dos órfãos eu seria contra esse tipo de adoção, mas é melhor uma criança com dois pais do que com nenhum, abandonada por aí.

  5. Duarte Henrique disse:

    Nobre Milena,

    É exatamente esse o problema que eu acabei percebendo: essa ideologia quer vencer pelo cansaço! A gente acaba se acostumando, pensam eles. Mas eu não vou, chega! Sabe lá o que mais vão querer impor no futuro.
    Quanto a adoção, sei que não é uma questão simples. Seu argumento é plausível, e eles se utilizam muito dele. Mas novamente vou me valer do direito natural. Ora, se a criança é fruto de um relacionamento HETEROSSEXUAL, ela tem o direito natural de ser adotada por uma família dessa natureza. Colocá-la numa família homossexual é violar seu direito natural. É a mesma coisa que você pegar um filhote de águia e entregá-lo a duas galinhas para criá-lo. A águia jamais vai ser uma águia de verdade. Aliás, um dia vai entrar em conflito, pois a natureza vai pedir que ela voe, mas ao olhar para seus “pais” vai se sentir mal. Uma metáfora basta. Além do mais, a questão da adoção por homossexuais tem um argumento falacioso embutido. A questão é a burocracia existente no processo de adoção, questão jurídica. Casais heterossexuais querendo adotar não faltam! A questão da criança abandonada também não tem nada a ver, pois os homossexuais não vão querer ficar pegando meninos de rua para adotar. Vão querer as mesmas crianças de orfanato, destinadas, hoje, a casais heterossexuais ou a pessoas solteiras.

    Abração!

  6. Adeilton Rufino disse:

    Grande…..forte o texto, confesso que alguns trechos despertaram meu humor devido a obviedade(sei q não é assim pra todos).
    E gays…..não pirem, vcs sempre serão ANORMAIS(ou “ANATURAIS”) família????se vcs provavelmente não aproveitaram seu pai e sua mãe(sim, vcs precisaram de uma cópula HETEROSEXUAL pra existirem) ou não tiveram uma boa criação que os tornaram em gays…..FORGET ABOUT……………DOIS HOMENS(PELO MENOS NASCERAM ASSIM) NÃO FORMAM UMA FAMÍLIA, BANDO DE RETARDADO!

    P;S.: Conheço um gay que é contra toda essa baboseira….inclusive um dia ele disse q se tivesse um filho(fruto do tempo em q ele ficava com garotas pra encobrir sua homosexualidade), e esse filho viesse a ter tendencias homosexuais ele seria o primeiro a “dar uma surra”, PALAVRAS DELE GALERA. hahahahha(é sério, mas na hora soou muito engraçado, vindo de um gay foi uma surpresa pra mim)

  7. Adeilton Rufino disse:

    ah, esqueci uma coisa…vcs observaram o quanto esse assunto tem tomado o tempo das igrejas(de maeira certa ou errada)? Pois é, conheço igrejas em que o “pastor” chega a declarar orgulhosamente que seus jovens são comprovadamente heterosexuais, pois sim “o fulaninho ali mantem relações sexuais com sua namorada, mas veja bem, pelo menos não é um NAMORADO”…..vale lembra q uma coisa não anula a outra, eu cresci ensinado que sexo fora do casamento é pecado(como de fato é) e isso não faz de mim homosexual!!NÃO MESMO!!

  8. Milena disse:

    Duarte, dizer que os gays vão querer as mesmas crianças que os heteros também é um argumento simplista. Vi vários casos de casais gays que se interessavam justamente pelas crianças que os outros não queriam (o que não significa criança de rua, mas as crianças maiores, por exemplo), pois a idéia era dar uma família para quem não tinha.
    Outra coisa: não podemos dizer que uma criança criada por um casal gay terá alguma limitação só por causa disso; desde o início do processo de adoção toda a família passa por acompanhamento psicológico. Ouvi falar de uma pesquisa (não me lembro de qual país) que comprovava que a maioria dos filhos de casais gays eram heteros, o que mostra que a influência desses pais na sexualidade dos filhos não chega a esse nível. E para finalizar, insisto no mesmo ponto do meu comentário anterior. Em relação ao exemplo que você deu, o que é melhor: um filhote de águia criado por galinhas ou a míngua na natureza, exposto a qualquer tipo de ameaça?

    • Duarte Henrique disse:

      Senhorita,

      Uam coisa deve ficar clara. Nada obsta que um casal gay adote um criança. Contudo, que isso seja feito apenas no nome de um deles. O bizarro é a criança ser registrada tendo dois “pais” ou duas “mães”. Se querem as crianças maiores, menos mal, mas não deixa de ser uma violação ao direito natural da criança. Essa pesquisa que você menciona apenas demonstra o nível de tensão psicológica a qual uma criança numa família dessas pode vir a ficar exposta, pois ela sabe que sua natureza é heterossexual, mas tem um referencial familiar homossexual. Acredite, não é fácil lidar com essa situação, ainda mais uma criança. Além do mais, se for verdade, como sugerem alguns, que exista uma estreita conexão entre homossexualidade e pedofilia, aí a coisa piora ainda mais. Na verdade, acredito estarmos aceitando um argumento utilitarista nessa questão, qual seja, “dos males o menor!”. Ora, o correto não é nem a criança ficar abandonada num orfanato ou na rua, e nem ser adotada por um casal gay. O correto é que ela seja acolhida por uma família heterossexual, concorda?

      Abração senhorita!

  9. Gustavo disse:

    Somente li rapidamente seu texto e devo ler com calma depois, mas desde já, APOIADÍSSIMO MEU CARO!

  10. A “Igreja” condena o mundo pelos pecados que ela comete. Enquanto os ditos “cristãos” lutam contra os homossexuais, se esquecem de problemas maiores que os fazem escravos por séculos. Cristandade hipócrita, como se os seus adultérios, mentiras, e descaso quanto ao verdadeiro propósito de Deus fossem pecados menores do que os dos homossexuais. O mundo jaz no maligno, Deus tem buscado edificar Sua Igreja, quantos dos chamados “cristãos” cooperam?

    Thiago N. Fonseca

  11. Thiago Marreta disse:

    Duarte,

    Fiquei admirado com sua explanação sobre o assunto, simples e objetiva.

    Você sabe que não concordamos em várias coisas, mas desta vez eu concordo 100%.

    Gênero, grau, número e direito “natural”.

    Deus continue te abençoando.

    Abraços.

  12. Duarte Henrique disse:

    Thiago Neiva,

    Sinceramente não entendo sua crítica, “abstrata”. Um erro não justifica o outro meu amigo. Eu jamais neguei que a igreja possua seus erros. Se você ler outros textos nesses blog verá que vários deles são apontados. Contudo, você deve sair dessa esfera etérea de cristianismo, do discurso baseado num “teologuês” vazio, que parece ser puro e ortodoxo, mas que acaba se restringindo a um mero jogo de palavras, sem nenhuma ação concreta. Por mais que critiquemos a igreja católica, eles ao menos apresentaram algo como a chamada “teologia da libertação”. O seu discurso conduz aqueles que pensam assim a um isolamento absoluto, achando que “certos” assuntos não são assuntos para os cristãos. Se a defesa do modelo familiar estatuído por Deus, o que os homossexuais querem destruir, não é “edificação da igreja” meu amigo, então eu realmente não sei o que isso quer dizer! Pecadores todos somos (lei o texto abaixo desse). Contudo, nada nos impede de denunciar os equívocos nos quais o pensamento secular tem mergulhado a humanidade. Do contrário, Paulo foi hipócrita quando apontou vários erros do paganismo em suas cartas às igrejas. Jesus foi hipócrita quando entrou no templo e “quebrou tudo” ou quando criticava o comportamento elitista e isolado dos fariseus. Ficar classificando, teologicamente, quem é e quem não é cristão é uma tarefa que eu passo.

    Abraços!

  13. Stanley disse:

    Muito bem Duarte!! Até que em fim alguem pra rebater veementemente essas alegações infundadas desses que querem deturpar a ordem natural do sexo e da familia.

  14. Duarte,

    As cartas de Paulo foram escritas às Igrejas, como você mesmo disse, não aos pagãos, e Cristo denunciava os erros dos que se diziam povo de Deus, o que significava o Templo? Uma coisa é Jesus/Deus tratar com Seu povo, outra é a cristandade olhar para os “de fora” e condená-los e se esquecer do que ela tem sido e feito. Com certeza devemos defender o modelo familiar, em momento algum digo que não devemos. O mundo jaz no maligno e é só questão de tempo para que tudo piore.
    Thiago N. Fonseca

  15. http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/06/conselho-de-dh-da-onu-aprova-resolucao-historica-sobre-homossexuais-1.html

    “Perturba-nos ainda mais esta tentativa de focar sobre alguns indivíduos com base em suas atitudes ou seus interesses sexuais” afirmou o representante paquistanês.

    A globo sempre é a primeira a divulgar essas notícias…. Por que ?

  16. Rômulo de Barros disse:

    Vou colocar uma situação hipotética aqui. Ela não revela a minha opinião sobre toda a polêmica – serve apenas para dilatar o debate.

    Pois bem. Imaginemos que dois homossexuais tenham coabitado por longos anos, uma vida inteira. Um sempre cuidando do outro. Chega a morte para um deles, no caso, aquele que provia o sustento de ambos. Na hora de repartir a herança e de verificar direito a pensão, olhando o caso sob o foco da moral, dos costumes, do direito natural, vocês acham que o “companheiro” mereceria parte dos bens (ou o todo) e uma pensão?

    • Milena disse:

      Com certeza! Querendo os outros ou não, foi o parceiro que ficou com ele a vida toda.

    • Duarte Henrique disse:

      Fala Dr Rômulo! Por que não foi jogar bola ontem moço? fez falta.

      Bom Rômulo, do ponto de vista do direito natural, acredito que não! O direito natural não reconhece validade em nenhuma outra união que não seja aquela existente entre homem e mulher, por mais que isso soe como radicalismo. Essa discussão só é cabível no âmbito do direito positivo. Porém, mesmo aqui discordo da Milena. Por algumas razões. Primeiro, a CF não reconhece em hipótese alguma a união entre pessoas do mesmo sexo. O STF, na verdade, “criou” uma lei, saindo totalmente do seu campo de atuação institucional. É o nefasto ativismo judicial de que tanto se fala hoje em dia. Segundo, um contrato que desde o começo já é inválido não pode gerar efeitos de um contrato válido. Isso é direito civil básico, basta ler a parte relativa às nulidades na parte geral do Código Civil. Contudo, ainda assim o STJ vinha reconhecendo que nesses casos havia uma espécie de “sociedade de fato”, que autorizava uma partilha de bens mais “justa”. Veja esse julgamento nesse sentido REsp 648763 / RS
      Sem contar uma coisa que ninguém fala também, os casos dos homossexuais que, por vontade própria, se isolam do convívio familiar e até mesmo amaldiçoam a família, mas quando os pais morrem vão lá e exigem a herança! Se vocês atentarem cuidadosamente, verão que uma das estratégias desse movimento é sempre marginalizar a família..
      Agora, uma coisa me chama atenção: Porque existe tanta preocupação em torno da questão patrimonial nesses casos? O importante não é o amor? Não é a convivência? Em minha opinião, isso não deixa de ser uma espécie de materialização do amor. Pode até parecer idealismo excessivo, ou romantismo escapista, mas estar ao lado de quem se ama é o valor mais alto que pode existir em qualquer relação verdadeira. Não é à toa que, em nome de um amor verdadeiro, muitas pessoas já abriram mão de dinheiro ou vantagens econômicas. Só que o materialismo impede muita gente de ver isso…

      Abração meu amigo!

      • Milena disse:

        Duarte, o que eu respondi foi apenas uma opinião, afinal o que Rômulo perguntou foi se o parceiro MERECERIA parte dos bens. Não sei como funciona o Direito em relação a esses assuntos, não sou advogada. Só acho que merece. Isso é uma questão de justiça. Porque no caso de uma viúva todos concordariam que ela recebesse uma pensão, mas em relação a um gay não? Cadê a equidade? Ora essa, o nosso Estado é laico (o que é uma grande qualidade) e tem que se comportar como tal. E honestamente, não vejo nada de mais em fazer com que um gay seja o herdeiro da pessoa com quem viveu a vida toda. Isso não entra em conflito nenhum com os meus princípios.

  17. rafinha disse:

    “Mesmo as lésbicas precisam sempre de apetrechos sexuais ou mesmo do dedo uma da outra para obter prazer, pois seus corpos não se bastam!” Kkkkkkk, ri muito quando li esse trecho!!

    Minha avó, mãe do meu pai, até hoje, aos 92 anos de idade, não acredita que um “homem” possa gostar de um outro “homem”. Quando ela ouve essas histórias de homessexuais, ela diz: “isso não existe não menino, dois ‘homens’ roçando a barba um no outro, quem é que gosta disso?”!!!

    PS: Eu tenho uma piada sobre essas relações homossexuais que em outra oportunidade hei de contar!

  18. Thalison Silva disse:

    Você tem a mente muito fechada garoto.

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