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Heresias parte I.

Publicado: 09/07/2011 por josueflausino em Avisos, Reflexão

E ae galera MP,

Acho que muitos aqui já viram esse vídeo, mas em matéria de heresias o Edir é o melhor.

“Eu não sou um animal”

“Se meu Deus é meu pai ele é rico, porque que eu vou ser miserável e pobre ?”

“As próprias pedras falaram”

“Pedras que foram testemunhas do poder de deus”

Quem vai lá pra colocar a mão nas pedras santas ?  \ 0/\ 0/

Saudações amigos! Espero que estejam bem.

Se você é sensível ou “puritano”, não leia o texto a seguir. É só um conselho. Se for fariseu, também não, pois certamente criticará meu cristianismo.

Quem me conhece sabe que sempre fui uma pessoa dialética e muito tolerante. Contudo, devo confessar que nos últimos dias essa questão em torno da decisão do Supremo sobre união estável entre casais homossexuais, a questão da alegada “homofobia”, do apoio descarado da mídia a essa causa etc, conseguiu me tornar uma pessoa intolerante. Pois é, ao menos comigo, esses gays deram um “tiro no pé”.

Como disse, sempre fui tolerante, inclusive em relação à questão dos homossexuais. Todavia, o crescente descaramento e a constante “torração de paciência” que esse pessoal vem infligindo sobre a sociedade conseguiram me transformar num cara intolerante. Como sempre defendi, uma coisa é o cara possuir sua homossexualidade, mas admitir que isso não seja o ideal, e nem exigir que todo mundo aceite isso como normal. Esses sempre merecerão meu respeito. Entretanto, outra coisa bem diferente é o sujeito tentar inculcar isso na cabeça das pessoas a todo custo, com ameaças e tudo mais, inclusive com aprovação de “leis da mordaça” e de “kit gay” nas escolas. Aí não dá.

Pois bem, a partir de agora esse grupo encontrará em mim um ser truculento e intolerante! Vocês têm que entender que o homossexualismo não é normal! Quer me chamar de fundamentalista? I don´t give a damn! Quem diz isso é a própria natureza, não sou eu! Me diga, pode nascer alguma coisa de uma relação homossexual? Então pronto! A própria natureza impõe sua sanção! E tem mais! A relação sexual entre dois homens sequer pode ser considerada relação sexual, pois o ânus não é órgão sexual! Ou seja, homossexuais sequer tem relação sexual! Mesmo as lésbicas precisam sempre de apetrechos sexuais ou mesmo do dedo uma da outra para obter prazer, pois seus corpos não se bastam!  (mais…)

Outro dia conversava com alguém no meu serviço acerca de um aspecto da concupiscência humana. Assim como eu, essa pessoa é cristã. O que ela defendia, resumidamente, é que o cristão após sua conversão vai deixando de pecar cada vez mais, até que em certo ponto ele não mais pecará, ou então isso se tornará algo extremamente acidental em sua vida. Me lembrou muito a doutrina da “perfeição cristã”, defendida por John Wesley, conforme já li.

Espero que não me tomem por libertino. O Senhor guarde meu espírito.

Disse a ela acreditar que as coisas não funcionavam assim. Por dois motivos básicos. Primeiro, se fosse possível atingir esse estágio espiritual, Cristo sequer precisaria ter morrido por mim, pois eu mesmo poderia ser salvo por meio de minhas obras, não precisaria de sua graça.

O segundo motivo que me leva a crer que a vida cristã não funciona assim é o fato de que quando olho para dentro de mim sempre encontro aquele velho dilema paulino: “O bem que quero não faço, mas o mau que não quero, esse faço”. “Você está generalizando sua experiência particular!”, pode alguém dizer. Então olhe para si mesmo e ao final diga se não é assim…

Penso que a premissa da qual minha colega de trabalho estava partindo é equivocada, muito embora seja comum entre muitos cristãos, qual seja, a de que quando somos alcançados pela graça divina deixamos de ser pecadores. Na verdade, mesmo após a conversão continuaremos a ser sempre, como dizia Lutero, “santos e pecadores”. (mais…)

Saudações amigos, espero que estejam bem!

Devo confessar que nunca fui um admirador do Pr. Silas Malafaia. Quem me conhece sabe bem disso.

Contudo, divergências teológicas à parte, o Pr. Silas está organizando para o próximo dia 1 DE JUNHO, ÀS 15h00min, EM FRENTE AO CONGRESSO NACIONAL, uma reunião em prol da família e dos bons costumes. Os valores envolvidos certamente transcendem a pessoa de qualquer líder que esteja à frente desse movimento.

O ato tem como objetivo principal a manifestação contrária a aprovação do PL 122/2006, que versa sobre a questão da criminalização da “homofobia”, dentre outros assuntos. Quiçá a manifestação aborde outras questões tais como casamento entre homossexuais, adoção de crianças pelos referidos casais etc.

Mas atenção: É essencial que compareçamos a essa manifestação como cidadãos! Não adianta, e eu nem mesmo concordo, chegarmos lá nos opondo a tais práticas como igreja, ou mesmo como cristãos! O Estado brasileiro é laico, não cabe discutir opiniões religiosas no âmbito político! Nós estaremos lá defendendo aquilo que, como cidadãos, acreditamos ser o melhor para as famílias brasileiras. “A César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”. O campo de atuação da igreja deve ser outro.

Aliás, esse é um de meus temores em relação a essa manifestação: O de que as pessoas cheguem lá como “cristãs”, e não como cidadãos. Caso isso aconteça, a manifestação se transformará num movimento teocrático, o que não é bom. Outro temor que eu tenho é o de que esse grupo (Defensores da Ideologia Gay) que se diz defensor da tolerância a da liberdade apareça por lá, pois os caras são muito intolerantes quando alguém se manifesta contrário a eles. Além do mais, de “mocinhas” eles só têm o jeito, pois na hora de bater, batem como homem.

Por fim, não nos esqueçamos que vamos protestar contra uma ideologia maligna e perversa, que quer a todo custo confundir a cabeça das pessoas, principalmente dos mais jovens. Entretanto, não devemos projetar nossa indignação aos homossexuais, pois a maioria deles acaba sendo vítima do próprio movimento da “Ideologia Gay”. Por mais que nos sintamos tentados a rejeitá-los, esse não deve ser nosso procedimento. Cristo jamais concordaria com a “Ideologia Gay”, mas em hipótese alguma rejeitaria um homossexual.

Abraços!

A Igreja e o Teatro…

Publicado: 16/05/2011 por Duarte Henrique em Devocionais, Reflexão
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Saudações amigos, que a graça de Deus seja sempre conosco.

Sempre aconselhei os indivíduos a buscarem a verdade por si mesmos, conquanto não raro tenha sugerido meios para alcançá-la. Já não estou muito certo se devo continuar a fazê-lo, pois me encontro num estágio de completa suspensão do juízo. A suspensão do juízo é um processo mental por meio do qual, por um período de tempo indefinido, suspendemos todos os nossos juízos de valor, crenças e conceitos, os reavaliando. Feito isso, nada mais é certo ou errado, belo ou feio, bom ou mal. Tudo pode ser e não ser. É mais ou menos o que Descartes descreve no Discurso do Método, quando dúvida de tudo e de todos (mesmo do próprio corpo), até que chega ao ponto de saber que de uma única coisa ele não poderia duvidar, a saber, do seu pensamento. Daí sua famosa máxima: cogito ergo sum (Penso, logo existo). Não recomendo esse processo a ninguém, a não ser que realmente se sinta uma profunda necessidade dele. As consequências desse ceticismo, quando realmente levado a cabo de modo racional, são imprevisíveis e podem tanto reafirmar algumas convicções, como, ao revés, produzir uma mudança cataclísmica na existência do indivíduo. Pode ser algo perigoso.

Sei que esse texto poderá ser tomado como fruto de um deísmo inconsequente. Mas ainda assim prefiro um deísmo inconsequente a um teísmo doente. O deísmo ao menos é sincero…

Soren Kierkegaard é um pensador impressionante. Sua filosofia é profundíssima. É considerado por muitos como o precursor mor do existencialismo. Tem origem luterana, mas isso não impediu que fosse um profundo crítico da igreja. Seu pensamento é muito vasto. Contudo, gostaria de me utilizar aqui de apenas uma de suas várias reflexões: A igreja não passa de um grande teatro, sendo que a diferença efetiva entre o teatro e a igreja resida no fato de que no teatro os atores ao menos assumem que estão atuando, ao passo que na igreja essa atuação é negada e dissimulada pela “piedade”. (mais…)

Felizes Para Sempre…

Publicado: 01/05/2011 por Duarte Henrique em Devocionais, Reflexão
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Olá meus caros irmãos, sinceras saudações. Espero que todos estejam bem.

Um dos assuntos mais comentados dos últimos dias foi, sem dúvida alguma, o casamento acontecido recentemente no seio da monarquia inglesa. Em meio a todo esse alvoroço ocorreu-me uma hipótese para explicar tamanha repercussão. Compartilho-a agora com vocês. É apenas uma hipótese. Não vou sequer entrar ao mérito do casamento em si. Meu único desejo é que, para além do “conto de fadas”, exista algo verdadeiro naquela união. Que o casamento daqueles jovens não termine do modo fatídico como acorreu com o casamento dos pais do príncipe. Tampouco vou me ater à questão da monarquia inglesa, que para mim é um verdadeiro fiasco, pois saber que em pleno século XXI ainda existem países que gastam quantias exorbitantes sustentando “famílias reais” e “nobrezas” me faz questionar seriamente o conceito de subdesenvolvimento, bem como a suposta hegemonia intelectual da Europa. Será que realmente somos nós, americanos, os subdesenvolvidos?

Pois bem, o que mais me chamou a atenção nos últimos dias foi observar aquilo que eu chamaria de um verdadeiro “escapismo coletivo”. As pessoas tomaram esse evento para si como uma verdadeira válvula de escape. Milhares de mulheres que já nem acreditam em casamento – ao menos da forma como ele realmente é – sonharam em ser a, agora, duquesa Kate. Milhares de homens se impressionaram com a suntuosidade cósmica que existiu em torno de todos os eventos que cercaram o casamento, e se sentiram verdadeiros “sapos” perto de suas esposas, noivas e namoradas. O mundo parou, por um momento, todos faziam parte de um grande conto de fadas, muito embora a grande maioria fosse de plebeus…

Talvez, o excesso de atenção que esse evento despertou seja fruto do desespero que se abate sobre a humanidade em razão do abandono da vida provocado pelo materialismo moderno. (mais…)

Amor e Paixão…

Publicado: 12/04/2011 por Duarte Henrique em Devocionais, Reflexão
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Saudações amigos! Espero que todos estejam bem!

Ontem, enquanto caminhávamos no Taguaparque, eu & Cris discutíamos sobre as diferenças ontológicas entre a paixão e o amor. É uma discussão antiga e que freqüentemente é deturpada pelo senso comum. Creio que seja uma discussão salutar, por isso compartilho agora algumas coisas sobre o assunto. Para reflexão.

Inicialmente convém destacar que comentarei a paixão apenas pelo seu prisma mais comumente utilizado, isto é, o prisma de sua aplicação aos relacionamentos entre homem e mulher. E aqui reside o primeiro equívoco do senso comum: acreditar que a paixão, assim como o amor, seja algo existente unicamente em relacionamentos entre homens e mulheres. Na verdade, a paixão abrange muitas outras áreas de nossas vidas. Quando Paulo, por exemplo, fala sobre paixões na bíblia geralmente ele está adotando o sentido filosófico do termo, que pode ser traduzido como a inclinação dos sentidos (olfato, visão, tato, paladar e audição) ou da “carne” para a matéria. Não é nesse sentido que vou falar, ao menos diretamente, muito embora esse seja o aspecto mais interessante do assunto.

Bom, primeiramente cumpre destacar que, ao contrário do que muitos ascetas pregam, não vejo oposição entre amor e paixão. Mas são coisas bastante distintas. A paixão é um sentimento do corpo, geralmente é muito intensa e irracional. Por ser um sentimento da matéria – corpo – não dura para sempre. O amor é um sentimento do espírito, geralmente é moderado e racional. Por ser um sentimento espiritual é eterno. O amor não acaba. Por isso a expressão vulgar “fazer amor”, quando referida ao ato sexual é um equívoco, pois o ato sexual é algo passional (paixão), e não algo ligado ao amor! Muito embora pessoas que se amem também tenham relação sexual, óbvio!

Pois bem, qual é a relevância prática disso? Várias. Vejamos algumas. (mais…)

Chegou a vez do sapatinho de fogo. O que ele fez no primeiro trimestre? (mais…)

Meus queridos companheiros da seara estreita! Tudo bem?

Estive um pouco ausente nos últimos dias, inclusive do convívio na igreja. Alguns até me acusaram gravemente de ter-me convertido ao espiritismo (um certo Ronney Portela, hehehe). Eu nem tenho religião, meu alvo é Cristo.

Prometi, a mim mesmo, ser mais atuante politicamente. Nesse sentido, envidarei esforços fiscalizando o que alguns políticos andam fazendo no seu labor. A primeira vítima é o Pastor Ronaldo Fonseca, eleito deputado federal e representante de classe evangélica do DF com quase 70 mill votos (sucessor do Bispo Rodovalho, pego em infidelidade partidária). Não votei no ilustre Pastor da ADET, mas nem por isso deixarei de ver sua conduta parlamentar. Vejamos o que fez nesse primeiro trimestre!

(mais…)

 

E ae galera, só na paz?

Essas são tirinhas do nosso amigo Thiago Neiva!

Quem quiser ver mais pode acessar: http://www.obichoestasolto.blogspot.com/ ou clique aqui:

Tenho certeza que vcs vão gostar muito. Tem várias tirinhas interessantes lá…

Um abraço pessoal. Fiquem na paz de Cristo. 

Estevam Eduardo de Almeida