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por Patrícia Drummond / Zuhair Mohamad
(O Popular)

O juiz Jeronymo Pedro Villas Boas esteve no centro das atenções do Brasil por causa da polêmica decisão de anular uma união estável entre doi shomens. Segundo ele, a medida foi adotada por causa da falta de previsão constitucional para este tipo de situação. Para o magistrado, o Supremo Tribunal Federal não pode modificar a Constituição, tarefa que cabe ao Poder Legislativo. Admite que, caso a lei seja alterada, pode rever a forma de atuar nessa situação.

Ele provocou polêmica em nível nacional quando decidiu anular a união civil selada por um casal homossexual em Goiânia – a primeira no País, depois que o Supremo Tribunal Federal decidiu sobre a questão. O juiz Jeronymo Pedro Villas Boas garante que não se trata de decisão pessoal ou baseada em princípios religiosos, já que é pastor evangélico e frequenta cultos: “Ato de casamento entre pessoas do mesmo sexo não é apto a gerar família, no conceito natural e constitucional atual. Amanhã, mudando a lei, eu, como juiz, vou me submeter à Constituição”, argumenta. Ele insiste na valorização do Poder Legislativo constituído no Congresso Nacional, nas assembleias legislativas e nas câmaras de vereadores como agentes do debate e da transformação.

Saudações amigos, espero que estejam bem!

Devo confessar que nunca fui um admirador do Pr. Silas Malafaia. Quem me conhece sabe bem disso.

Contudo, divergências teológicas à parte, o Pr. Silas está organizando para o próximo dia 1 DE JUNHO, ÀS 15h00min, EM FRENTE AO CONGRESSO NACIONAL, uma reunião em prol da família e dos bons costumes. Os valores envolvidos certamente transcendem a pessoa de qualquer líder que esteja à frente desse movimento.

O ato tem como objetivo principal a manifestação contrária a aprovação do PL 122/2006, que versa sobre a questão da criminalização da “homofobia”, dentre outros assuntos. Quiçá a manifestação aborde outras questões tais como casamento entre homossexuais, adoção de crianças pelos referidos casais etc.

Mas atenção: É essencial que compareçamos a essa manifestação como cidadãos! Não adianta, e eu nem mesmo concordo, chegarmos lá nos opondo a tais práticas como igreja, ou mesmo como cristãos! O Estado brasileiro é laico, não cabe discutir opiniões religiosas no âmbito político! Nós estaremos lá defendendo aquilo que, como cidadãos, acreditamos ser o melhor para as famílias brasileiras. “A César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”. O campo de atuação da igreja deve ser outro.

Aliás, esse é um de meus temores em relação a essa manifestação: O de que as pessoas cheguem lá como “cristãs”, e não como cidadãos. Caso isso aconteça, a manifestação se transformará num movimento teocrático, o que não é bom. Outro temor que eu tenho é o de que esse grupo (Defensores da Ideologia Gay) que se diz defensor da tolerância a da liberdade apareça por lá, pois os caras são muito intolerantes quando alguém se manifesta contrário a eles. Além do mais, de “mocinhas” eles só têm o jeito, pois na hora de bater, batem como homem.

Por fim, não nos esqueçamos que vamos protestar contra uma ideologia maligna e perversa, que quer a todo custo confundir a cabeça das pessoas, principalmente dos mais jovens. Entretanto, não devemos projetar nossa indignação aos homossexuais, pois a maioria deles acaba sendo vítima do próprio movimento da “Ideologia Gay”. Por mais que nos sintamos tentados a rejeitá-los, esse não deve ser nosso procedimento. Cristo jamais concordaria com a “Ideologia Gay”, mas em hipótese alguma rejeitaria um homossexual.

Abraços!

Meus queridos companheiros da seara estreita! Tudo bem?

Estive um pouco ausente nos últimos dias, inclusive do convívio na igreja. Alguns até me acusaram gravemente de ter-me convertido ao espiritismo (um certo Ronney Portela, hehehe). Eu nem tenho religião, meu alvo é Cristo.

Prometi, a mim mesmo, ser mais atuante politicamente. Nesse sentido, envidarei esforços fiscalizando o que alguns políticos andam fazendo no seu labor. A primeira vítima é o Pastor Ronaldo Fonseca, eleito deputado federal e representante de classe evangélica do DF com quase 70 mill votos (sucessor do Bispo Rodovalho, pego em infidelidade partidária). Não votei no ilustre Pastor da ADET, mas nem por isso deixarei de ver sua conduta parlamentar. Vejamos o que fez nesse primeiro trimestre!

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